Segundo as informações divulgadas, o esquema envolveria um grupo de mensagens no aplicativo WhatsApp criado por alunos da própria instituição. As investigações e os relatos apontam que entre as vítimas estariam adolescentes de 12 e 13 anos. Fotos e vídeos teriam sido capturados sem o consentimento das jovens e repassados no grupo, acompanhados de comentários e conteúdos de teor sexual.
Em nota oficial, a direção do Colégio Algoritmo informou que tomou conhecimento dos relatos em 7 de agosto de 2026 e que, desde então, adotou as providências cabíveis, mantendo diálogo direto com as famílias envolvidas e conduzindo uma apuração interna.
A instituição repudiou veementemente qualquer ato de assédio, exposição indevida ou violação de privacidade, afirmando que atua com prioridade para garantir a segurança de seus alunos. O colégio também rebateu acusações de omitir ou tentar encobrir os fatos, classificando tais alegações como inverídicas e declarando que adotará medidas cabíveis para resguardar sua imagem. Por envolver menores de idade, a instituição reforçou que manterá o sigilo sobre as apurações e continuará à disposição das autoridades.
O caso segue sob apuração das autoridades policiais e do Ministério Público da Paraíba, mantendo o devido resguardo à identidade e à privacidade de todos os adolescentes envolvidos, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
