A Lua Cheia ocorreu a partir das 11h37, mas o melhor momento para observá-la foi durante a noite, quando a luminosidade lunar ficou mais evidente no céu. O fenômeno pôde ser acompanhado a olho nu em diferentes regiões do país, desde que as condições climáticas permitissem.
Por que a Lua Cheia de julho é chamada de Lua do Veado?
O nome Lua do Veado, conhecido em inglês como Buck Moon, está relacionado ao período do ano em que os veados machos começam a desenvolver novos chifres.
Segundo a NASA, os novos chifres, formados principalmente por cálcio e fósforo, começam a surgir na testa dos animais no início do verão do Hemisfério Norte. Durante o crescimento, eles ficam inicialmente cobertos por uma camada de pele aveludada.
A coincidência entre esse ciclo natural dos animais e a ocorrência da Lua Cheia de julho deu origem ao nome tradicional.
Apesar da associação, a Lua não provoca o crescimento dos chifres dos veados. Trata-se de uma denominação cultural relacionada ao período do ano em que os dois acontecimentos coincidem.
Segundo a NASA, os novos chifres, formados principalmente por cálcio e fósforo, começam a surgir na testa dos animais no início do verão do Hemisfério Norte. Durante o crescimento, eles ficam inicialmente cobertos por uma camada de pele aveludada.
A coincidência entre esse ciclo natural dos animais e a ocorrência da Lua Cheia de julho deu origem ao nome tradicional.
Apesar da associação, a Lua não provoca o crescimento dos chifres dos veados. Trata-se de uma denominação cultural relacionada ao período do ano em que os dois acontecimentos coincidem.
Lua do Veado teve característica diferente em 2026
Em 2026, a Lua Cheia de julho apresentou uma característica particular para quem observou o céu a partir do Hemisfério Sul.
A Lua apareceu mais alta no céu do que o habitual e estava posicionada na região da constelação de Capricórnio no momento em que atingiu a fase cheia.
O fenômeno pôde ser observado durante toda a noite, desde que o céu estivesse limpo e sem obstáculos que impedissem a visão.
A Lua apareceu mais alta no céu do que o habitual e estava posicionada na região da constelação de Capricórnio no momento em que atingiu a fase cheia.
O fenômeno pôde ser observado durante toda a noite, desde que o céu estivesse limpo e sem obstáculos que impedissem a visão.
Lua do Veado também marcou semana de meteoros
A Lua Cheia ocorreu na mesma semana em que duas chuvas de meteoros atingiram seus períodos de maior atividade: a Delta Aquáridas do Sul e a Alfa Capricornídeas.
A Delta Aquáridas do Sul poderia produzir até 25 meteoros por hora, enquanto a Alfa Capricornídeas costumava registrar cerca de cinco meteoros por hora. Esta última, porém, é conhecida pela ocorrência de bolas de fogo, meteoros maiores e mais brilhantes.
A observação dos meteoros acabou sendo prejudicada pelo brilho da Lua. Na quinta-feira (30), cerca de 98% da superfície lunar estava iluminada, condição que dificultou a visualização dos meteoros menos luminosos.
A Delta Aquáridas do Sul poderia produzir até 25 meteoros por hora, enquanto a Alfa Capricornídeas costumava registrar cerca de cinco meteoros por hora. Esta última, porém, é conhecida pela ocorrência de bolas de fogo, meteoros maiores e mais brilhantes.
A observação dos meteoros acabou sendo prejudicada pelo brilho da Lua. Na quinta-feira (30), cerca de 98% da superfície lunar estava iluminada, condição que dificultou a visualização dos meteoros menos luminosos.
Como foi possível observar a Lua do Veado
A Lua Cheia pôde ser observada sem a necessidade de telescópios ou binóculos. Para acompanhar os fenômenos astronômicos, a recomendação era procurar locais afastados da iluminação artificial e com pouca interferência de prédios e outras estruturas.
No caso das chuvas de meteoros, aplicativos de astronomia também poderiam auxiliar na localização do radiante, região do céu de onde os meteoros parecem surgir.
A ocorrência da Lua do Veado e das chuvas de meteoros encerrou uma sequência de fenômenos astronômicos que movimentou o céu brasileiro no fim de julho.
A ocorrência da Lua do Veado e das chuvas de meteoros encerrou uma sequência de fenômenos astronômicos que movimentou o céu brasileiro no fim de julho.
