Com a saída, Matheus Lucena, irmão de Janine e também filho do candidato ao Governo da Paraíba Cícero Lucena (MDB), foi escolhido para ocupar a primeira suplência na chapa de Veneziano.
No documento de renúncia, Janine informou que a decisão tem caráter “irrevogável e irretratável”.
A substituição ocorre a menos de três semanas do primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro, e ainda deverá cumprir os procedimentos previstos pela Justiça Eleitoral para o registro do novo integrante da chapa.
O TRE-PB decidiu na última sexta-feira (11) pelo indeferimento da candidatura de Janine após analisar uma ação de impugnação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).
A Procuradoria Regional Eleitoral utilizou no processo elementos de investigações que apuram uma suposta relação entre a atuação político-eleitoral atribuída à ex-secretária e integrantes de organização criminosa.
Durante o julgamento, a relatora do processo, desembargadora eleitoral Giovanna Mayer, entendeu que os elementos apresentados seriam suficientes, no âmbito eleitoral, para impedir o registro.
A defesa de Janine contestou os argumentos apresentados pelo Ministério Público e sustentou que ela não possui condenação que justifique sua inelegibilidade.
A escolha de Matheus Lucena mantém um integrante da família de Cícero Lucena na composição da candidatura de Veneziano ao Senado.
Antes da mudança, Janine ocupava a primeira suplência da chapa. Agora, caberá à coligação formalizar a substituição perante a Justiça Eleitoral e solicitar o registro de Matheus para a vaga.
A renúncia também encerra a participação de Janine na disputa eleitoral, embora ela permaneça sujeita às obrigações referentes ao período em que esteve registrada como candidata, entre elas a prestação de contas da campanha.
No documento de renúncia, Janine informou que a decisão tem caráter “irrevogável e irretratável”.
A substituição ocorre a menos de três semanas do primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro, e ainda deverá cumprir os procedimentos previstos pela Justiça Eleitoral para o registro do novo integrante da chapa.
TRE-PB havia barrado registro de Janine
A Procuradoria Regional Eleitoral utilizou no processo elementos de investigações que apuram uma suposta relação entre a atuação político-eleitoral atribuída à ex-secretária e integrantes de organização criminosa.
Durante o julgamento, a relatora do processo, desembargadora eleitoral Giovanna Mayer, entendeu que os elementos apresentados seriam suficientes, no âmbito eleitoral, para impedir o registro.
A defesa de Janine contestou os argumentos apresentados pelo Ministério Público e sustentou que ela não possui condenação que justifique sua inelegibilidade.
Matheus mantém família Lucena na chapa
Antes da mudança, Janine ocupava a primeira suplência da chapa. Agora, caberá à coligação formalizar a substituição perante a Justiça Eleitoral e solicitar o registro de Matheus para a vaga.
A renúncia também encerra a participação de Janine na disputa eleitoral, embora ela permaneça sujeita às obrigações referentes ao período em que esteve registrada como candidata, entre elas a prestação de contas da campanha.

