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Paraíba

Quase duas toneladas de calçados falsificados são apreendidas em loja no Centro de João Pessoa

Publicado em 06/11/2026 às 23:25 Por Redação
Foto: Karine Tenório/ TV Cabo Branco
Foto: Karine Tenório/ TV Cabo Branco
Uma operação conjunta da Polícia Civil da Paraíba e da Receita Federal apreendeu quase duas toneladas de calçados falsificados em um estabelecimento comercial localizado no Centro de João Pessoa, nesta sexta-feira (6). O valor estimado das mercadorias irregulares é de R$ 300 mil.

A fiscalização foi realizada pela Delegacia de Defraudações e Falsificações da Polícia Civil, em parceria com a Receita Federal. A ação integra o trabalho de combate à comercialização de produtos falsificados na capital paraibana.

De acordo com o delegado Ademir Fernandes, responsável pelas informações sobre a ocorrência, o proprietário do estabelecimento não foi localizado durante a operação. O gerente da loja foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos e passar pelos procedimentos legais.

A Receita Federal informou que o estabelecimento foi identificado após um levantamento sobre a comercialização de mercadorias ilegais. Durante a fiscalização, os agentes constataram que os produtos disponíveis para venda eram falsificados.

Além da apreensão, a operação busca combater a circulação de produtos que utilizam indevidamente marcas comerciais, prática que pode configurar crime contra a propriedade industrial e causar prejuízos aos fabricantes, comerciantes regularizados e consumidores.

Segundo a Receita Federal, os calçados apreendidos poderão receber uma destinação social. O procedimento prevê o encaminhamento das mercadorias a organizações responsáveis pela retirada de logotipos, etiquetas e outros elementos que caracterizam a falsificação.

Após a descaracterização, os produtos poderão ser doados a comunidades em situação de vulnerabilidade social, sob supervisão da Receita Federal. A medida permite o aproveitamento dos itens sem manter em circulação as marcas utilizadas irregularmente.

Até a divulgação das informações, não havia confirmação sobre a localização do proprietário da loja nem sobre eventual responsabilização criminal dos envolvidos.

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