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Paraíba

Professor de handebol encontrado com sinais de agressão em João Pessoa recebe alta do Hospital de Trauma

Publicado em 27/10/2026 às 10:41 Por Lucas Rodrigues
Foto: Reprodução / Redes Sociais
Foto: Reprodução / Redes Sociais
O professor de handebol Francisco de Assis, de 54 anos, conhecido como Chico do Handebol, recebeu alta do Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa após ser encontrado com sinais de agressão. Ele estava desaparecido desde o último domingo (25) e foi localizado na segunda-feira (26), quando a família foi informada de que ele recebia atendimento médico na unidade hospitalar.

Conhecido por sua trajetória dedicada ao esporte na Paraíba, Francisco havia preocupado familiares e pessoas próximas após sair de casa e não retornar. Segundo relatos da família, ele costumava realizar caminhadas, mas, desta vez, permaneceu sem dar notícias, o que motivou buscas por seu paradeiro.

Ao ser localizado no Hospital de Trauma, o professor apresentava lesões e sinais de violência. As circunstâncias em que ele foi agredido ainda não foram esclarecidas, e não há informações sobre a identificação dos responsáveis.

De acordo com os familiares, Francisco começou a apresentar mudanças de comportamento há aproximadamente três meses. Desde então, passou a enfrentar dificuldades relacionadas ao sono e à alimentação, além de alterações que levaram ao afastamento de suas atividades profissionais. A família informou que ainda não existe um diagnóstico conclusivo sobre o quadro de saúde.

A mãe do professor, Antônia de Oliveira, de 83 anos, relatou a preocupação com as mudanças percebidas no comportamento do filho. Segundo ela, Francisco passou a agir de maneira diferente da habitual, situação que provocou apreensão entre as pessoas que convivem com ele.

O desaparecimento agravou a preocupação da família, que passou a procurá-lo sem saber o que havia acontecido. A notícia de que Francisco estava internado com ferimentos trouxe alívio por sua localização, mas também indignação diante das agressões sofridas.

Além de buscar esclarecimentos sobre o episódio, os familiares fizeram um apelo à Secretaria de Saúde e aos órgãos competentes para que o professor tenha acesso a acompanhamento especializado. Segundo a família, as alterações de comportamento têm se intensificado nos últimos meses e afetado a rotina de todos que convivem com ele.

Com a alta hospitalar, Francisco deixa a unidade onde recebeu atendimento pelas lesões. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre as circunstâncias das agressões nem informações sobre eventuais investigações relacionadas ao caso.

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