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Paraíba

Paraíba tem 18 empregadores na ‘lista suja’ do trabalho escravo, aponta Ministério do Trabalho

Publicado em 08/04/2026 às 08:00 Por Redação
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
A Paraíba tem 18 empregadores incluídos na chamada “lista suja” do trabalho análogo à escravidão, de acordo com atualização divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta segunda-feira (7). Os dados reúnem casos com decisão administrativa definitiva, sem possibilidade de recurso.

Segundo o levantamento, a maior parte dos flagrantes no estado está relacionada a atividades nos setores da construção civil e de pedreiras.

Considerando ocorrências registradas entre 2023 e 2025, cerca de 214 trabalhadores foram resgatados de condições classificadas como análogas à escravidão na Paraíba. As ações de fiscalização identificaram irregularidades nas condições de trabalho e no cumprimento da legislação trabalhista.

Os nomes dos empregadores só são inseridos no cadastro após a conclusão do processo administrativo, quando há decisão final sobre o caso. Após a inclusão, os responsáveis podem permanecer na lista por até dois anos, prazo necessário para eventual exclusão do registro, conforme as regras estabelecidas.

Na atualização nacional, nomes conhecidos também aparecem no cadastro, como o cantor Amado Batista e a montadora BYD.

A lista é utilizada como instrumento de transparência e consulta pública, reunindo empregadores responsabilizados por submeter trabalhadores a condições ilegais.




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