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Mulher condenada por desvio de recursos públicos em Roraima é presa em Cabedelo

Atualizada em 07/11/2026 às 00:13 Por Redação
Foto: Reprodução/ Instagram
Foto: Reprodução/ Instagram
Uma mulher condenada definitivamente pelo crime de peculato foi presa pela Polícia Civil da Paraíba, nesta sexta-feira (6), no bairro de Intermares, em Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa. Ela é apontada como uma das envolvidas no caso conhecido como “escândalo dos gafanhotos”, esquema de desvio de recursos públicos investigado em Roraima.

A prisão foi realizada por equipes da Diretoria de Operações (Diop) e da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam Sul), em apoio à Polícia Interestadual (Polinter) da Polícia Civil de Roraima.

De acordo com a Polícia Civil, a mulher possuía um mandado de prisão decorrente de condenação definitiva expedida pela Justiça Federal, no âmbito de um processo que tramitou na 4ª Vara Federal, vinculada ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

O processo está relacionado ao chamado “escândalo dos gafanhotos”, investigação sobre um esquema de desvio de dinheiro público em Roraima. Segundo as informações policiais, as irregularidades teriam provocado prejuízo estimado em aproximadamente R$ 230 milhões aos cofres públicos estaduais.

O crime de peculato ocorre quando um funcionário público se apropria ou desvia dinheiro, valores ou bens dos quais tem posse em razão do cargo, em benefício próprio ou de terceiros. A conduta está prevista no artigo 312 do Código Penal Brasileiro.

Após o recebimento das informações sobre a ordem judicial, os investigadores realizaram diligências para localizar a condenada. Ela foi encontrada em Intermares, onde as equipes cumpriram o mandado de prisão.

A mulher foi encaminhada à unidade policial para os procedimentos legais e deverá ser apresentada à Justiça para audiência de custódia. Em seguida, serão adotadas as providências necessárias ao cumprimento da pena estabelecida na condenação.

A Polícia Civil não divulgou a identidade da presa, a pena aplicada nem detalhes sobre sua participação individual no esquema investigado em Roraima.

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