A banda paraibana Papangu, formada em João Pessoa, foi destaque em uma reportagem publicada pela Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (6). A publicação aborda o processo de gravação do novo álbum do grupo, produzido de forma totalmente analógica, sem o uso de computadores.
Segundo a reportagem, a banda decidiu abrir mão de recursos digitais para permitir que o processo criativo ocorresse de forma mais espontânea. Para isso, os integrantes viajaram até Berlim, na Alemanha, onde gravaram o novo trabalho utilizando apenas equipamentos analógicos.
Nas redes sociais, a Folha de S.Paulo resumiu a proposta do grupo com a pergunta: "A inteligência artificial foi longe demais?". Em seguida, destacou a decisão da Papangu de se afastar ao máximo dos algoritmos durante a produção do disco.
"Para se livrar ao máximo dos algoritmos e deixar o processo criativo correr livre, a Papangu foi ainda mais longe. Literalmente", destacou a publicação.
Novo álbum será lançado em agosto
O novo disco, intitulado "Celestial", tem lançamento previsto para agosto e, segundo a reportagem, representa mais do que uma proposta inspirada em técnicas antigas de gravação.
Conhecida por misturar rock pesado, jazz e ritmos brasileiros, a Papangu utilizou exclusivamente processos analógicos durante a produção do álbum, desde a gravação até a finalização do material.
A reportagem também traz entrevistas com integrantes da banda sobre a escolha pela tecnologia analógica e os desafios enfrentados durante a produção do novo trabalho.
