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Vídeo de mulher saltando com criança nas costas viraliza após morte em prática de rope jump em São Paulo

Publicado em 13/06/2026 às 17:16 Por Redação
Foto: Reprodução/ Instagram
Foto: Reprodução/ Instagram
>Um vídeo publicado em setembro de 2025 voltou a ganhar repercussão nas redes sociais após a morte de uma jovem durante a prática de rope jump em Limeira, no interior de São Paulo. As imagens mostram uma mulher saltando da conhecida Ponte do Esqueleto com uma criança presa às costas, cena que gerou intenso debate entre internautas sobre os limites e a segurança dos esportes radicais.

>A publicação ultrapassou a marca de 8 milhões de visualizações no TikTok e dividiu opiniões. Enquanto alguns usuários classificaram a atitude como irresponsável e perigosa, outros defenderam a experiência, afirmando que a criança aparentava estar confortável e aproveitando o momento.

>A mulher que aparece nas imagens possui diversos registros em suas redes sociais praticando esportes radicais e realizando saltos em diferentes locais do país.

Tragédia reacendeu debate sobre segurança

>O assunto voltou ao centro das discussões após uma jovem de 21 anos morrer neste sábado (13) durante um salto de rope jump na mesma Ponte do Esqueleto, em Limeira.

>Segundo informações divulgadas pelas autoridades, a vítima foi lançada de uma altura aproximada de 40 metros sem estar devidamente conectada ao sistema de segurança. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento do acidente e indica que houve uma falha na fixação dos equipamentos.

>Testemunhas chegaram a gritar alertando sobre a ausência da corda de segurança instantes após o salto. A vítima sofreu múltiplos traumatismos e morreu ainda no local.

>De acordo com a Polícia Militar, seis pessoas foram detidas para prestar esclarecimentos. Dois suspeitos chegaram a fugir da área, mas foram localizados posteriormente por equipes que participavam das buscas na região.

>A Delegacia de Limeira investiga as circunstâncias do acidente.

Esportes radicais também atraem praticantes na Paraíba

>Embora a geografia da Região Metropolitana de João Pessoa não favoreça a prática de modalidades como rope jump e bungee jump, muitos paraibanos procuram esse tipo de atividade em cidades do interior do estado e também em Pernambuco.

>Entre os locais conhecidos estão as ruínas de Curimatã, em Barra de Santana, no Agreste paraibano, além de estruturas utilizadas para esportes radicais na região de Gravatá, em Pernambuco.

>Na Paraíba, um episódio envolvendo segurança em atividades de aventura ocorreu em maio do ano passado, quando o chamado Pêndulo da Pedra da Boca, em Araruna, teve suas operações suspensas temporariamente.

>A medida foi adotada pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) após recomendação do Ministério Público da Paraíba (MPPB), que apontou a necessidade de regularização da exploração comercial da atividade dentro da unidade de conservação estadual.

>Segundo a Sudema, a suspensão teve caráter preventivo e buscou garantir a segurança dos visitantes, além de adequar a operação às exigências legais e ambientais. Na época, o órgão informou que a atividade seria submetida a um processo de regularização para que pudesse continuar funcionando dentro dos padrões exigidos pelos órgãos de fiscalização.

Debate sobre responsabilidade e fiscalização

>A repercussão do vídeo da mulher saltando com uma criança nas costas e a tragédia registrada em Limeira reacenderam discussões sobre a necessidade de protocolos rigorosos de segurança, fiscalização das empresas responsáveis e limites para a participação de menores de idade em atividades consideradas de alto risco.

>Especialistas da área costumam destacar que esportes radicais exigem treinamento adequado, equipamentos certificados, equipes capacitadas e cumprimento rigoroso dos procedimentos de segurança para minimizar riscos aos praticantes.

>Enquanto as investigações sobre a morte da jovem seguem em andamento, o caso continua gerando forte repercussão nas redes sociais e levantando questionamentos sobre a regulamentação e a fiscalização dessas atividades em diferentes regiões do país.

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