O julgamento ocorre em sessão virtual extraordinária na Primeira Turma, iniciada às 8h. A ministra Cármen Lúcia, que completa o colegiado, tem até as 20h para registrar seu voto.
Bolsonaro foi preso após tentar violar sua tornozeleira eletrônica utilizando um ferro de solda. Em audiência de custódia, ele confessou o ato e atribuiu a conduta a um quadro de “paranoia” supostamente causado por medicamentos.
Na decisão que levou à prisão preventiva, Moraes mencionou ainda uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em frente ao condomínio onde o ex-presidente cumpria prisão domiciliar, no Jardim Botânico, em Brasília.
Segundo o ministro, havia intenção de fuga, favorecida por uma possível confusão causada pela manifestação. Moraes afirmou que a prisão foi decretada para “garantir a aplicação da lei penal”.

