Nas últimas semanas, ações de agentes públicos de João Pessoa passaram a ganhar grande repercussão nas redes sociais, especialmente no Instagram, gerando reações imediatas de aprovação e reprovação por parte do público. Curtidas, comentários e compartilhamentos transformaram decisões administrativas em temas de debate público, ampliando discussões sobre os limites entre prestação de contas e autopromoção pessoal.
Dois nomes ficaram no centro dessas discussões recentes. Um deles é o da Capitã Rebeca, que entregou o cargo nesta terça-feira (13) ao prefeito Cícero Lucena, após uma reunião. Ela ocupava a função de secretária executiva da Segurança Urbana e Cidadania de João Pessoa. Segundo a própria Capitã Rebeca, a decisão de deixar o cargo ocorreu após ser surpreendida por uma portaria que revogou um documento anterior, o qual lhe atribuía funções como a coordenação de fiscalizações da Guarda Civil Metropolitana.
O outro personagem é o secretário municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa, Júnior Pires, que segue no cargo, mas também se tornou alvo de ampla repercussão. Na última sexta-feira (9), uma decisão liminar do juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital determinou que o secretário remova, no prazo de 24 horas, todas as postagens em suas redes sociais pessoais relacionadas a operações oficiais do Procon-JP. A decisão prevê multa diária de R$ 5 mil, limitada inicialmente a R$ 100 mil, em caso de descumprimento.
A medida atende a uma ação ajuizada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo da Paraíba, juntamente com dois postos de combustíveis, que acusam o gestor de utilizar o cargo e a estrutura pública para promoção pessoal e política, por meio de seu perfil privado no Instagram. Até o momento, Júnior Pires informou que só irá se pronunciar após ser oficialmente intimado, o que ainda não havia ocorrido.
Em ambos os casos, a repercussão foi imediata nas redes sociais, com usuários se dividindo entre críticas e manifestações de apoio. Diante desse cenário, surge uma questão que tem mobilizado opiniões distintas: agentes públicos podem utilizar suas redes sociais pessoais para divulgar ações do cargo que ocupam? Para alguns, a prática representa uma forma moderna de prestação de contas e transparência. Para outros, trata-se de autopromoção indevida, utilizando estruturas e ações públicas para benefício pessoal ou político.
Dois nomes ficaram no centro dessas discussões recentes. Um deles é o da Capitã Rebeca, que entregou o cargo nesta terça-feira (13) ao prefeito Cícero Lucena, após uma reunião. Ela ocupava a função de secretária executiva da Segurança Urbana e Cidadania de João Pessoa. Segundo a própria Capitã Rebeca, a decisão de deixar o cargo ocorreu após ser surpreendida por uma portaria que revogou um documento anterior, o qual lhe atribuía funções como a coordenação de fiscalizações da Guarda Civil Metropolitana.
O outro personagem é o secretário municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa, Júnior Pires, que segue no cargo, mas também se tornou alvo de ampla repercussão. Na última sexta-feira (9), uma decisão liminar do juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital determinou que o secretário remova, no prazo de 24 horas, todas as postagens em suas redes sociais pessoais relacionadas a operações oficiais do Procon-JP. A decisão prevê multa diária de R$ 5 mil, limitada inicialmente a R$ 100 mil, em caso de descumprimento.
A medida atende a uma ação ajuizada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo da Paraíba, juntamente com dois postos de combustíveis, que acusam o gestor de utilizar o cargo e a estrutura pública para promoção pessoal e política, por meio de seu perfil privado no Instagram. Até o momento, Júnior Pires informou que só irá se pronunciar após ser oficialmente intimado, o que ainda não havia ocorrido.
Em ambos os casos, a repercussão foi imediata nas redes sociais, com usuários se dividindo entre críticas e manifestações de apoio. Diante desse cenário, surge uma questão que tem mobilizado opiniões distintas: agentes públicos podem utilizar suas redes sociais pessoais para divulgar ações do cargo que ocupam? Para alguns, a prática representa uma forma moderna de prestação de contas e transparência. Para outros, trata-se de autopromoção indevida, utilizando estruturas e ações públicas para benefício pessoal ou político.

