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VÍDEO: Polícia Militar diz que houve resistência e agressões a policiais durante confusão em ato político em João Pessoa

Publicado em 02/10/2026 às 11:59 Por Lucas Rodrigues
Foto: Reprodução/ Instagram
Foto: Reprodução/ Instagram
A Polícia Militar se manifestou oficialmente nesta sexta-feira (2) sobre a confusão registrada durante um ato de campanha realizado na noite desta quinta-feira (1º), na Avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa. Segundo o tenente-coronel Bruno, comandante do 1º Batalhão da PM, houve desobediência a uma determinação da Justiça Eleitoral, resistência à prisão, obstrução do trabalho das equipes e agressões contra policiais militares.

O episódio aconteceu durante uma atividade de campanha de Cícero Lucena (MDB), candidato ao Governo da Paraíba. A Justiça Eleitoral realizava uma fiscalização no evento quando identificou equipamentos que, segundo a equipe, estavam sendo utilizados de forma irregular. Entre eles estavam o sistema de som de um veículo e um painel de LED. 

De acordo com o comandante do 1º BPM, os responsáveis receberam inicialmente uma orientação para não utilizar os equipamentos. Posteriormente, diante da continuidade da situação, a Justiça Eleitoral determinou que o som e o painel fossem desligados e pediu apoio à Polícia Militar para o cumprimento da ordem.

Segundo a versão apresentada pela PM, o responsável pelo equipamento afirmou que não cumpriria a determinação. Ele foi informado de que seria preso por desobediência e teria resistido à abordagem. Outras pessoas que estavam no veículo também teriam tentado impedir a atuação dos policiais, levando ao acionamento de reforço.

O tenente-coronel Bruno afirmou que a equipe da Justiça Eleitoral chegou a solicitar apoio policial com urgência diante do tumulto. Segundo ele, quando o reforço chegou, havia pessoas obstruindo a atuação das equipes e policiais militares teriam sido agredidos. Outros relatos publicados nesta sexta-feira também apontam agressões durante a intervenção. 

Após a situação ser controlada, o homem foi conduzido para a Polícia Federal, responsável pelos procedimentos relacionados à ocorrência. Segundo a PM, o caso foi apresentado como resistência.

O homem conduzido, no entanto, apresentou uma versão diferente. Ele negou ter agredido policiais ou resistido à prisão, afirmou que apenas questionou a determinação e alegou ter sido vítima de uso excessivo da força durante a abordagem.

A assessoria da campanha informou que a coordenação jurídica estava apurando as circunstâncias do episódio.

VEJA O MOMENTO DA CONFUSÃO:


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