Em nota, o parlamentar afirmou que a votação foi marcada por “manobras desleais, distorção dos fatos e narrativas contaminadas pela desonestidade política”. Romero votou contra o requerimento aprovado pelo colegiado.
Segundo ele, a deliberação ocorreu em bloco, junto a um pacote de 87 requerimentos, e seu voto não foi direcionado especificamente a nenhum dos nomes incluídos na lista.
“Meu voto não foi direcionado a qualquer pessoa em particular, mas ao pacote integral submetido à apreciação”, afirmou.
O deputado declarou ainda que defende investigações rigorosas, mas sem uso político ou “espetacularização oportunista”. Romero destacou que, à época da votação, o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia determinado providências relacionadas ao processo, o que, segundo ele, demonstraria que as instituições estavam cumprindo seu papel.
“Reafirmo que nunca votei para proteger quem quer que seja. Defendo investigações sérias, técnicas e responsáveis, sem uso político ou espetacularização oportunista”, disse.
Na quinta-feira (26), a CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilo de Lulinha. Os deputados paraibanos Damião Feliciano (União) e Romero Rodrigues, titulares da comissão, votaram contra o requerimento, alinhando-se a parlamentares da base governista.
A sessão foi marcada por tumulto após a votação. Parlamentares governistas protestaram junto à mesa diretora, houve troca de acusações e empurra-empurra no plenário, exigindo intervenção de colegas para conter os ânimos.
Romero encerrou a nota reafirmando compromisso com o “devido processo legal” e com a responsabilidade institucional. “Não faço política de torcida organizada, que faz da polarização um instrumento para a maldade e disseminação da discórdia”, concluiu.
O deputado declarou ainda que defende investigações rigorosas, mas sem uso político ou “espetacularização oportunista”. Romero destacou que, à época da votação, o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia determinado providências relacionadas ao processo, o que, segundo ele, demonstraria que as instituições estavam cumprindo seu papel.
“Reafirmo que nunca votei para proteger quem quer que seja. Defendo investigações sérias, técnicas e responsáveis, sem uso político ou espetacularização oportunista”, disse.
Na quinta-feira (26), a CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilo de Lulinha. Os deputados paraibanos Damião Feliciano (União) e Romero Rodrigues, titulares da comissão, votaram contra o requerimento, alinhando-se a parlamentares da base governista.
A sessão foi marcada por tumulto após a votação. Parlamentares governistas protestaram junto à mesa diretora, houve troca de acusações e empurra-empurra no plenário, exigindo intervenção de colegas para conter os ânimos.
Romero encerrou a nota reafirmando compromisso com o “devido processo legal” e com a responsabilidade institucional. “Não faço política de torcida organizada, que faz da polarização um instrumento para a maldade e disseminação da discórdia”, concluiu.
