Patrícia havia contatado a mãe um dia antes do crime, relatando que estava sendo mantida em cárcere privado por Jonathan. A defesa alega que a morte foi acidental e que o réu tentou ocultar o cadáver.
A perícia confirmou que a vítima foi morta por estrangulamento. Os pais de Patrícia aguardam a condenação de Jonathan e expressam sua dor e indignação.
A asfixiofilia é uma prática sexual que envolve a restrição intencional da respiração para aumentar o prazer, mas deve ser realizada com consentimento, segurança e conhecimento dos riscos envolvidos.

