Olímpio explicou que o caso remonta a 2012, na gestão de Veneziano Vital do Rêgo, quando atuava como advogado contratado pelo Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente para uma ação relacionada às eleições do Conselho. Na época, ele não recebeu o pagamento pelo serviço prestado, pois a Secretaria de Assistência Social alegou falta de orçamento.
“O que me resta é ajuizar uma ação de cobrança contra o município de Campina Grande. E 14 anos depois, a Justiça determinou que a Prefeitura me pagasse R$ 4 mil pelo trabalho realizado”, disse Olímpio.Segundo o pré-candidato, a surpresa ocorreu quando a Procuradoria do Município se negou a efetuar o pagamento, indicando que, caso necessário, poderiam ser bloqueadas contas da prefeitura. Em resposta, Olímpio solicitou judicialmente que, caso não houvesse dinheiro nas contas, fossem penhorados bens que pudessem ser relacionados ao patrimônio político.
“Entre esses bens, indiquei a cadeira do prefeito e, se houvesse um PlayStation à disposição, eu também receberia. Achei que valeria aproximadamente os R$ 4 mil devidos, e depois daria o console para meu filho jogar FIFA comigo”, explicou, de forma bem-humorada.Olímpio ainda aproveitou para relembrar sua trajetória como advogado, militante estudantil e político, destacando sua experiência de mais de 15 anos na advocacia e atuação em defesa de direitos da criança e do adolescente.

