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Paraíba

PF investiga mãe e filho suspeitos de aplicar golpe de quase R$ 100 mil na Caixa Econômica Federal na Paraíba

Publicado em 03/11/2026 às 07:59 Por Redação
Foto: Divulgação / PF
Foto: Divulgação / PF
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (3), a Operação Roleplay para investigar um esquema de fraudes bancárias que teria provocado um prejuízo de quase R$ 100 mil à Caixa Econômica Federal, no município de Areia, no Brejo paraibano. Uma mulher e o filho dela são investigados por suspeita de utilização de documentos falsos para obter empréstimos.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações apontam que os dois suspeitos teriam utilizado documentos com informações falsas para abrir uma conta corrente em uma agência da Caixa Econômica Federal localizada em Areia.

Após a abertura da conta, mãe e filho teriam conseguido contratar empréstimos de maneira fraudulenta. As operações financeiras investigadas somam aproximadamente R$ 100 mil, valor que teria causado prejuízo à instituição bancária.

Durante a operação desta terça-feira, os policiais federais cumpriram um mandado de busca e apreensão na cidade de Maceió, em Alagoas. A ordem judicial foi expedida pela 16ª Vara Federal da Paraíba, responsável pelas medidas autorizadas no âmbito da investigação.

Além da busca e apreensão, a Justiça Federal determinou o afastamento dos sigilos bancário e telemático dos investigados. A medida permitirá que os investigadores analisem informações financeiras e dados relacionados às comunicações eletrônicas para esclarecer as circunstâncias das operações suspeitas.

A investigação apura a possível prática dos crimes de falsidade ideológica, uso de documentos falsos e estelionato majorado. Segundo a Polícia Federal, os envolvidos poderão responder por essas infrações caso sejam comprovadas a autoria e a materialidade dos delitos.

A Operação Roleplay busca reunir novos elementos sobre a utilização dos documentos e a contratação dos empréstimos. Até a divulgação das informações oficiais, a Polícia Federal não havia informado a prisão dos investigados.

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