A pesquisa ouviu 1.600 eleitores paraibanos entre os dias 19 e 22 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PB-07790/2026.
Lucas Ribeiro também lidera na pesquisa espontânea
João Azevêdo (PSB) aparece com 1%. Outros nomes somam 2%, enquanto 13% afirmaram que votariam nulo ou branco.
O percentual de eleitores que não souberam ou não responderam foi de 48%.
O instituto também simulou três possíveis disputas de segundo turno.
No confronto entre Lucas Ribeiro e Cícero Lucena, o candidato do PP aparece com 42%, contra 35% do candidato do MDB. Nulos e brancos somam 11%, enquanto 12% não souberam ou não responderam.
Em uma eventual disputa entre Lucas Ribeiro e Efraim Filho, Lucas registra 46%, contra 30% de Efraim. Nulos e brancos são 12%, e outros 12% não souberam ou não responderam.
Já no cenário entre Cícero Lucena e Efraim Filho, o candidato do MDB aparece com 42%, contra 31% do candidato do PL. Nulos e brancos somam 14%, enquanto 13% não souberam ou não responderam.
Cícero Lucena aparece com o maior índice de rejeição entre os candidatos. 38% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum.
Na sequência aparecem Efraim Filho, com 29%, e Lucas Ribeiro, com 28%.
Yuri Ezequiel registra 22% de rejeição, seguido por Camilo Duarte, com 20%, e Pedro Coutinho, com 19%.
Na disputa pelas duas vagas da Paraíba no Senado Federal, João Azevêdo (PSB) aparece na primeira colocação do cenário estimulado, com 29% das intenções de voto.
O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) aparece em segundo, com 23%. Marcelo Queiroga (PL) e Nabor Wanderley (Republicanos) registram 15% cada.
Major Fábio (Novo) e André Gadelha (MDB) aparecem com 4% cada.
A pesquisa também avaliou a percepção dos eleitores sobre a administração estadual.
A gestão de Lucas Ribeiro tem 65% de aprovação, enquanto 30% dos entrevistados afirmaram desaprovar o governo. Outros 5% não souberam ou não responderam.
A pesquisa Real Time Big Data ouviu 1.600 pessoas na Paraíba entre 19 e 22 de agosto de 2026.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto e está registrado no TSE sob o número PB-07790/2026.
Cenário estimulado
- >Lucas Ribeiro (PP): 35%
- >Cícero Lucena (MDB): 25%
- >Efraim Filho (PL): 21%
- >Camilo Duarte (PCO): 1%
- >Pedro Coutinho (DC): 1%
- >Yuri Ezequiel (UP): 1%
- >Nulo/branco: 9%
- >Não sabe/não respondeu: 7%
Segundo turno
No confronto entre Lucas Ribeiro e Cícero Lucena, o candidato do PP aparece com 42%, contra 35% do candidato do MDB. Nulos e brancos somam 11%, enquanto 12% não souberam ou não responderam.
Em uma eventual disputa entre Lucas Ribeiro e Efraim Filho, Lucas registra 46%, contra 30% de Efraim. Nulos e brancos são 12%, e outros 12% não souberam ou não responderam.
Já no cenário entre Cícero Lucena e Efraim Filho, o candidato do MDB aparece com 42%, contra 31% do candidato do PL. Nulos e brancos somam 14%, enquanto 13% não souberam ou não responderam.
Rejeição
Na sequência aparecem Efraim Filho, com 29%, e Lucas Ribeiro, com 28%.
Yuri Ezequiel registra 22% de rejeição, seguido por Camilo Duarte, com 20%, e Pedro Coutinho, com 19%.
João Azevêdo lidera disputa pelo Senado
O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) aparece em segundo, com 23%. Marcelo Queiroga (PL) e Nabor Wanderley (Republicanos) registram 15% cada.
Major Fábio (Novo) e André Gadelha (MDB) aparecem com 4% cada.
Cenário para o Senado
- >João Azevêdo (PSB): 29%
- >Veneziano Vital do Rêgo (MDB): 23%
- >Marcelo Queiroga (PL): 15%
- >Nabor Wanderley (Republicanos): 15%
- >Major Fábio (Novo): 4%
- >André Gadelha (MDB): 4%
- >Nulo/branco: 3%
- >Não sabe/não respondeu: 7%
Aprovação do governo Lucas Ribeiro
A gestão de Lucas Ribeiro tem 65% de aprovação, enquanto 30% dos entrevistados afirmaram desaprovar o governo. Outros 5% não souberam ou não responderam.
Metodologia
A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto e está registrado no TSE sob o número PB-07790/2026.

