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Paraíba

Olímpio Rocha sobre ideia de Pedro Cunha Lima em acabar com a Granja Santana: “Deve ter algum trauma de infância”

Atualizada em 18/03/2026 às 22:34 Por Redação
Foto: Reprodução/ Instagram
Foto: Reprodução/ Instagram
O pré-candidato ao Governo da Paraíba, Olímpio Rocha (PSOL), rebateu nesta quarta-feira (18) as críticas feitas pelo ex-deputado federal Pedro Cunha Lima (PSD) sobre o uso da Granja Santana como residência oficial do governador.

Em tom irônico, Olímpio sugeriu que a posição do adversário pode estar relacionada a experiências pessoais do passado. “Eu acho que Pedro deve ter algum trauma de infância, sei lá, de adolescência… talvez tenha feito alguma traquinagem por lá e ficou com essa ideia fixa de vender a Granja”, afirmou, ao comentar o período em que Pedro frequentava o local durante a gestão do ex-governador Cássio Cunha Lima.

Apesar das críticas, Olímpio Rocha defendeu a manutenção da Granja Santana como residência oficial, destacando a importância do espaço para o exercício das funções do chefe do Executivo. Segundo ele, o local é necessário para a realização de compromissos institucionais, como o recebimento de autoridades, lideranças e da população.

O pré-candidato argumentou ainda que a ausência de uma residência oficial poderia gerar impactos em áreas residenciais. “Imagine um governador morando em um prédio comum, com fluxo constante de pessoas. Isso geraria incômodo para vizinhos e impactaria a rotina do local”, pontuou.

Por outro lado, Pedro Cunha Lima tem defendido que a Granja Santana seja transformada em um parque público, voltado ao lazer da população. Olímpio afirmou concordar com a ampliação do acesso ao espaço, mas ponderou que o local também cumpre um papel institucional dentro da estrutura do governo estadual.

Olímpio emitiu uma nota explicando o seu posicionamentro: "Defendo que a Granja seja transformada em um espaço público de uso do povo, um equipamento aberto, vivo, acessível e não residência oficial de governador. Entendo que a residência oficial deve existir, mas não necessariamente naquele espaço. No nosso projeto, o governador poderá morar em apartamento funcional, garantindo a estrutura necessária ao cargo sem retirar do povo um patrimônio que pode e deve ser coletivo. Governar também é fazer escolhas simbólicas. E a nossa escolha é clara: devolver ao povo aquilo que é do povo".

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