A obra, que visa duplicar vias e urbanizar o acesso às praias do Sol e Gramame, está na reta final, mas enfrenta questionamentos técnicos severos. Relatórios do MPPB indicam que a pavimentação está a apenas 20 metros da borda da falésia, quando o recomendado para áreas de proteção seria uma distância significativamente maior.
• Impermeabilização: O engenheiro do MP alerta que o asfalto impede a absorção natural da água, o que pode acelerar a erosão da falésia e causar deslizamentos.
• Sugestão Técnica: O órgão recomenda a realocação da via para uma área mais afastada e a substituição do concreto por pisos permeáveis, além da criação de um parque linear.
A investigação começou em dezembro de 2023. Vistorias constataram que a intervenção avançou sobre a faixa protegida de 100 metros da APP. O MPPB agora questiona a validade das licenças ambientais emitidas pelo município e exige a realização de estudos mais complexos, como o EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental).
Para o frequentador das praias do Litoral Sul, o impasse pode significar o fechamento temporário de acessos pavimentados e o atraso na entrega total da urbanização. No entanto, o foco do MP é a segurança a longo prazo: o aumento do tráfego de veículos pesados sobre uma falésia instável pode levar ao colapso do terreno, colocando em risco a vida de motoristas e banhistas. A causa tem valor fixado em R$ 1 milhão e a Prefeitura de João Pessoa ainda deve se manifestar sobre o pedido de liminar.
A investigação começou em dezembro de 2023. Vistorias constataram que a intervenção avançou sobre a faixa protegida de 100 metros da APP. O MPPB agora questiona a validade das licenças ambientais emitidas pelo município e exige a realização de estudos mais complexos, como o EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental).
Para o frequentador das praias do Litoral Sul, o impasse pode significar o fechamento temporário de acessos pavimentados e o atraso na entrega total da urbanização. No entanto, o foco do MP é a segurança a longo prazo: o aumento do tráfego de veículos pesados sobre uma falésia instável pode levar ao colapso do terreno, colocando em risco a vida de motoristas e banhistas. A causa tem valor fixado em R$ 1 milhão e a Prefeitura de João Pessoa ainda deve se manifestar sobre o pedido de liminar.

