Segundo o MPF, o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas e núcleos operacionais nos estados da Paraíba, Pernambuco e Alagoas.
Como funcionava o esquema
- Captação de candidatos interessados em fraudar o concurso
- Infiltração de pessoas para fotografar as provas
- Envio das imagens em tempo real para resolução
- Distribuição dos gabaritos mediante pagamento
Caso específico do concurso da Polícia Federal
Crimes apontados
Entre os crimes apontados estão:
- Organização criminosa
- Fraude em certame de interesse público
- Lavagem de dinheiro
- Corrupção
- Falsidade documental
- Embaraço à investigação
Colaboração premiada
O Ministério Público também pede a responsabilização criminal dos envolvidos e eventual ressarcimento ao erário pelos prejuízos causados.
O caso segue em tramitação na Justiça.

