De acordo com a denúncia do MPPB, Christian é apontado como o autor dos disparos que mataram o engenheiro. Já Larissa é acusada de ter participado do crime ao instigar o namorado e prestar auxílio material durante a ação.
Juíza aponta indícios suficientes para abertura da ação penal
Ao receber a denúncia, a magistrada entendeu que há prova da materialidade do crime e indícios suficientes de autoria para o prosseguimento da ação penal.
Na decisão, a juíza cita depoimentos de testemunhas que afirmam ter visto Christian buscar uma arma de fogo no carro e atirar no peito da vítima após uma discussão no estacionamento da festa.
Em relação a Larissa, a decisão menciona indícios de que ela teria incentivado o crime e que a arma utilizada estaria guardada em seu veículo.
Os dois réus terão prazo de 10 dias para apresentar resposta à acusação por escrito.
Na decisão, a juíza cita depoimentos de testemunhas que afirmam ter visto Christian buscar uma arma de fogo no carro e atirar no peito da vítima após uma discussão no estacionamento da festa.
Em relação a Larissa, a decisão menciona indícios de que ela teria incentivado o crime e que a arma utilizada estaria guardada em seu veículo.
Os dois réus terão prazo de 10 dias para apresentar resposta à acusação por escrito.
Processo tramitará em segredo de Justiça
A decisão também determinou que o processo passe a tramitar em segredo de Justiça.
Segundo a magistrada, a medida foi adotada diante da alegação de que os réus vêm sendo alvo de linchamento virtual, discursos de ódio e ameaças de morte nas redes sociais.
Segundo a magistrada, a medida foi adotada diante da alegação de que os réus vêm sendo alvo de linchamento virtual, discursos de ódio e ameaças de morte nas redes sociais.
Defesa aguarda notificação
O advogado Júnior Moura, que representa Larissa Maria Leal de Freitas, informou que ainda não havia sido oficialmente comunicado da decisão e que irá se manifestar nos autos após a notificação.
Até a publicação desta matéria, a defesa de Christian Medeiros Veiga Dantas Costa não havia se pronunciado sobre a decisão.
Até a publicação desta matéria, a defesa de Christian Medeiros Veiga Dantas Costa não havia se pronunciado sobre a decisão.
Crime ocorreu após discussão em festa de São João
O crime aconteceu na madrugada de 22 de junho, no estacionamento de uma festa privada de São João, no município de Lagoa Seca, no Agreste paraibano.
Segundo a Polícia Civil, a discussão teria sido motivada por ciúmes. Durante o desentendimento, Rubens Fernandes da Costa Filho, de 29 anos, foi atingido por um disparo no peito.
O engenheiro chegou a ser socorrido e levado ao Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, mas não resistiu aos ferimentos.
Christian Dantas também ficou ferido durante a briga, recebeu atendimento médico e, posteriormente, foi preso em flagrante. Após audiência de custódia, ele foi encaminhado para uma unidade prisional. A arma utilizada no crime foi apreendida pela Polícia Civil.
Segundo a Polícia Civil, a discussão teria sido motivada por ciúmes. Durante o desentendimento, Rubens Fernandes da Costa Filho, de 29 anos, foi atingido por um disparo no peito.
O engenheiro chegou a ser socorrido e levado ao Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, mas não resistiu aos ferimentos.
Christian Dantas também ficou ferido durante a briga, recebeu atendimento médico e, posteriormente, foi preso em flagrante. Após audiência de custódia, ele foi encaminhado para uma unidade prisional. A arma utilizada no crime foi apreendida pela Polícia Civil.
