Natural de Campina Grande, Thomas Bruno era reconhecido pela dedicação à pesquisa histórica e pelo trabalho de valorização da memória paraibana. Ele era mestre em História, especialista em História do Brasil e da Paraíba, escritor, colunista do jornal A União e do site Turismo & História, além de integrar o Conselho Editorial da Editora A União.
Figura ativa no meio intelectual, o historiador era sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP), membro da Academia de Letras de Campina Grande e de outras entidades ligadas à pesquisa histórica e cultural. Também foi sócio-fundador da Sociedade Paraibana de Arqueologia e colaborou com instituições nacionais voltadas à história, genealogia e arqueologia.
A morte de Thomas Bruno gerou grande comoção na área cultural e acadêmica da Paraíba. Em nota oficial, a Secretaria de Administração de Campina Grande manifestou pesar e destacou sua atuação em defesa da memória histórica:
“Thomas Bruno construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a memória, a informação e a valorização da história e da cultura paraibana”, afirmou o secretário Diogo Flávio Lyra.A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) também lamentou o falecimento. A instituição ressaltou que ele foi ex-aluno, colaborador do Museu de Paleontologia e História Natural, além de professor na pós-graduação da universidade. Em nota, a UEPB afirmou que a perda é “irreparável para o cenário cultural e histórico da Paraíba”.
O velório ocorreu neste sábado (27), na Central Digna, localizada na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, no bairro do Cruzeiro, em Campina Grande. O sepultamento foi realizado no Cemitério de Bodocongó, também na cidade.
Familiares, amigos, admiradores e representantes de entidades culturais participaram das despedidas.
Familiares, amigos, admiradores e representantes de entidades culturais participaram das despedidas.
Com vasta produção e atuação em diferentes áreas, Thomas Bruno deixa uma trajetória marcada pela pesquisa historiográfica, pelo incentivo à preservação da memória institucional e pelo compromisso jornalístico. Sua obra segue como referência para estudiosos da história e da cultura paraibana.

