No recorte regional, a capital paraibana aparece como a terceira pior do Nordeste, superando apenas Teresina (PI) e São Luís (MA).
O que avalia a sustentabilidade fiscal
Entre os principais indicadores analisados estão:
- Dependência de transferências intergovernamentais
- Taxa de investimento do município
- Despesa com pessoal
- Nível de endividamento
Crescimento urbano não se reflete nas contas públicas
O cenário também sugere pressão das despesas correntes, especialmente com pessoal, reduzindo a margem de manobra da gestão municipal para investimentos estruturantes.
Capitais do Nordeste com melhor desempenho
Esses exemplos reforçam que planejamento, controle de gastos e fortalecimento da arrecadação própria são fatores decisivos para melhorar os indicadores.
Impactos da baixa sustentabilidade fiscal
- Redução da capacidade de investimento
- Maior dificuldade para atrair capital privado
- Menor confiança de contribuintes e investidores
No ranking das capitais, São Paulo lidera os indicadores de sustentabilidade fiscal, seguido por Salvador e Vitória. Na outra ponta, além de João Pessoa, aparecem Boa Vista, Porto Velho e Cuiabá, entre as capitais com piores desempenhos fiscais em 2025.

