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Paraíba

João Azevêdo diz que PSB vai enfrentar “projeto pessoal de poder” da oposição

Publicado em 17/01/2026 às 08:00 Por Redação
Foto: Reprodução/ Instagram
Foto: Reprodução/ Instagram
Durante a solenidade que marcou a posse de Ronaldo Barbosa na presidência municipal do PSB em João Pessoa, nesta sexta-feira (16), o governador João Azevêdo (PSB) adotou um discurso firme ao tratar do cenário político para as eleições de 2026. Em entrevista, o governador afirmou que o partido está preparado para se contrapor ao que definiu como um projeto pessoal e de poder da oposição.

Sem mencionar diretamente o nome do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), que tem se colocado como pré-candidato ao Governo do Estado, Azevêdo destacou que o PSB trabalha com uma lógica diferente. Segundo ele, o grupo governista defende um projeto de estado, voltado à continuidade das políticas públicas e ao avanço da Paraíba.

Para o governador, essa diferença será central no debate eleitoral. “Nós queremos que a Paraíba continue avançando. Esse é um projeto coletivo, de governo. Já o que está sendo apresentado pela oposição é algo individual, voltado ao poder”, afirmou, ao reforçar o apoio ao vice-governador Lucas Ribeiro (Progressistas) como nome do grupo para a disputa estadual.

Além do embate majoritário, João Azevêdo também falou sobre a organização interna do PSB para as eleições proporcionais. Ele ressaltou que a formação das chapas para deputado estadual e federal será construída com diálogo entre os filiados, buscando fortalecer a presença do partido nas duas casas legislativas.

“O debate vai acontecer com tranquilidade e conversa. É fundamental ouvir os companheiros e construir uma nominata forte, com o maior número possível de representantes”, disse.

Ao comentar movimentações de integrantes da legenda que avaliam deixar o partido, o governador fez um apelo à coerência política. Para ele, a população espera mais do que cálculos eleitorais. “Política não é só número. As pessoas se identificam com ideias, com posicionamentos. Não dá para mudar discursos de anos por conta de uma conta mal feita”, afirmou.

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