João explicou que a situação colocava Leo em um “ambiente incômodo”, já que o diretório municipal do PSB trabalha na construção da campanha de Lucas Ribeiro, enquanto Leo decidiu apoiar outro nome.
“Eu tive uma conversa com ele, muito clara, da condição incômoda que ele estava. Imagine estar em reuniões com todos os segmentos do partido, tratando de uma chapa que nós defendemos, e ele, como presidente, defender outro nome. Ele entendeu que seria incompatível”, afirmou.
O governador acrescentou que manter Leo na presidência poderia provocar um desgaste político desnecessário durante o período pré-eleitoral.
“Ele como presidente do partido defender a candidatura de Cícero, e o partido defender Lucas. Essa foi a questão. Ele prontamente entendeu”, completou.
Azevêdo disse ainda que conversou com Leo sobre a possibilidade de um afastamento temporário até o fim do processo eleitoral, algo que ainda será definido.
Sem interferência externa
O governador também negou qualquer participação do secretário Tibério Limeira na decisão, como havia sugerido o deputado Hervázio Bezerra.
“Completamente equivocado. Não tratei desse assunto com Tibério”, declarou.

