As instituições afirmam que a falta de recursos compromete o pagamento de funcionários, fornecedores e a continuidade de serviços essenciais, incluindo oncologia, hemodiálise, cirurgias e internações. Segundo os gestores, mesmo após tentativas de diálogo, os atrasos persistem e colocam em risco a sustentabilidade das unidades.
O presidente da Fundação Assistencial da Paraíba (FAP), Derlópidas Neves, afirmou que os hospitais chegaram ao limite financeiro e que o caso já foi levado ao Ministério Público da Paraíba.
No documento, os hospitais também lembram que há um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que obriga o município a realizar os repasses em até cinco dias após o recebimento das verbas federais, compromisso que, segundo eles, não vem sendo cumprido.
Assinam o ofício o Hospital João XXIII, o Hospital Antônio Targino, a Clínica Dr. Maia, a Clipsi Serviços Hospitalares e a Fundação de Olhos da Paraíba. Até o momento, a Prefeitura de Campina Grande não se pronunciou oficialmente.
