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Paraíba

Família de empresário morto em loja de celulares faz protesto durante audiência em João Pessoa

Publicado em 02/10/2026 às 08:17 Por Lucas Rodrigues
Foto: Reprodução / Redes Sociais
Foto: Reprodução / Redes Sociais
Familiares do empresário Bruno Mello realizaram uma manifestação em frente ao Fórum Criminal de João Pessoa nesta sexta-feira (2), data em que a morte completa três meses. O grupo pede respostas sobre o crime e acompanha a audiência de instrução e julgamento de um dos suspeitos.

Bruno tinha 29 anos e era proprietário de uma loja de celulares no bairro José Américo, na Capital. Ele foi morto no dia 2 de julho, após homens entrarem no estabelecimento e ocorrer um confronto. O empresário foi atingido por disparos de arma de fogo e não resistiu aos ferimentos.

Segundo Sara Mello, irmã da vítima, a família ainda busca esclarecimentos sobre as circunstâncias do crime. Ela afirmou que sete disparos foram efetuados e cinco atingiram Bruno, incluindo um tiro nas costas a curta distância. As declarações fazem parte dos questionamentos apresentados pela família e deverão ser esclarecidas durante a investigação e o processo judicial.

A audiência desta sexta-feira é relacionada a Luiz Henrique, apontado como motorista do veículo utilizado na ação. De acordo com o advogado da família, Gilberto Alexandre, ele foi preso em flagrante após o crime e permanece detido. A audiência estava prevista para começar às 8h30.

Outro investigado, Jefferson Henrique, conhecido como Ninja, também foi preso em flagrante, mas acabou liberado durante audiência de custódia. Posteriormente, segundo o advogado, a Justiça decretou a prisão preventiva e expediu um novo mandado contra ele. Até esta sexta-feira, ele ainda não havia sido localizado.

A investigação também busca identificar uma terceira pessoa que teria participado diretamente da ação. Segundo a defesa da família, esse suspeito ainda não foi identificado pelas autoridades.

A expectativa dos familiares é que a audiência desta sexta-feira possa contribuir para esclarecer a participação de cada investigado e trazer novas informações sobre o terceiro suspeito. O caso continua sob investigação.
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