Paraíba
Entenda por que o Polo Turístico Cabo Branco levou mais de 40 anos para sair do papel
Publicado em 25/03/2026 às 17:46 Por Redação
>Ao longo de sucessivas gestões estaduais, o polo — inicialmente concebido como “Costa do Sol” — enfrentou entraves, falta de investimentos e dificuldades de execução. A proposta previa transformar a faixa litorânea da capital em um complexo turístico de grande escala, capaz de impulsionar a economia e reposicionar João Pessoa no cenário nacional e internacional do turismo.
>Foi apenas na atual gestão que o projeto ganhou tração. O governo estadual, sob a liderança de João Azevêdo, adotou uma estratégia voltada à captação de investimentos privados, aliada à criação de um ambiente de segurança jurídica, fiscal e administrativa, considerado essencial para viabilizar empreendimentos de grande porte.
>Nesse contexto, o Polo Turístico Cabo Branco passou a atrair grupos empresariais e se consolidar como um dos principais trunfos da política de desenvolvimento econômico do Estado. Estimativas indicam que o conjunto de projetos reúne bilhões em investimentos, com previsão de implantação de 11 empreendimentos e cerca de 14 mil leitos, o que deve ampliar significativamente a capacidade hoteleira de João Pessoa.
>A inauguração do Tauá Resort & Convention, primeiro equipamento do polo, marca o início concreto dessa transformação. O empreendimento começou a operar com 514 apartamentos, de um total previsto de 1.028 unidades, e traz uma estrutura voltada ao turismo familiar e de alto padrão, incluindo centro de convenções, áreas de lazer e serviços integrados.
>Durante a solenidade de inauguração, o governador destacou o caráter histórico da entrega. “Estamos tirando do papel um sonho de mais de 40 anos e iniciando uma nova fase para o turismo da Paraíba”, afirmou João Azevêdo, ao enfatizar o esforço do Estado em estruturar as condições necessárias para atrair investidores.
>O impacto do polo vai além da hotelaria. A expectativa é que o projeto provoque uma mudança no perfil do turista que visita a capital, elevando o ticket médio de consumo, hoje estimado em cerca de R$ 140, para patamares próximos de R$ 400. Além disso, há previsão de crescimento no fluxo de passageiros no Aeroporto Castro Pinto, com possibilidade de duplicação ou até triplicação da demanda nos próximos anos.
>O complexo também inclui outros atrativos planejados, como parques temáticos, equipamentos de entretenimento e novos resorts, ampliando as opções para visitantes e consolidando João Pessoa como destino integrado.
>Apesar do avanço, especialistas apontam desafios importantes para acompanhar o ritmo de crescimento, como a necessidade de investimentos em mobilidade urbana, saneamento e ampliação de serviços públicos e privados.
>Após atravessar diferentes governos e permanecer por décadas como uma promessa, o Polo Turístico Cabo Branco começa a se materializar e já desponta como um marco no desenvolvimento da Paraíba, com potencial para redefinir o papel do turismo na economia estadual e projetar João Pessoa em um novo patamar no setor.
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