Paraíba
Empresário é preso pela terceira vez por suspeita de violência doméstica contra a mesma mulher em João Pessoa
Publicado em 15/10/2026 às 06:15 Por Lucas Rodrigues
De acordo com a Polícia Civil, o mandado de prisão foi expedido pela Justiça por volta das 10h e cumprido aproximadamente uma hora depois, quando o empresário compareceu ao Fórum de João Pessoa para se entregar.
A nova prisão está relacionada a outro inquérito que investiga episódios de violência doméstica contra a mesma mulher. Segundo a autoridade policial responsável pelo caso, a medida não foi motivada por um novo descumprimento de medida protetiva.
A Polícia Civil informou que a prisão preventiva foi solicitada após a coleta de depoimentos de testemunhas e uma nova oitiva da vítima. O empresário também teve oportunidade de prestar esclarecimentos durante a investigação.
Segundo a autoridade policial, o pedido considerou a suspeita de repetição de condutas criminosas e a necessidade de garantir a ordem pública e a instrução criminal. O Ministério Público se manifestou favoravelmente à medida, que foi autorizada pela Justiça.
O histórico de detenções começou em 14 de agosto, quando Alisson foi preso em flagrante por suspeita de violência doméstica contra a companheira. Ele permaneceu no Presídio do Roger até 11 de setembro, quando recebeu autorização judicial para responder ao processo em liberdade, mediante o uso de tornozeleira eletrônica.
No mesmo dia em que deixou a unidade prisional, o empresário voltou a ser preso, desta vez por suspeita de descumprimento de medida protetiva. Após passar por audiência de custódia, foi colocado novamente em liberdade no dia 12 de setembro, com a manutenção do monitoramento eletrônico.
Agora, a nova decisão judicial determinou a prisão preventiva do investigado em razão dos elementos reunidos em outro procedimento relacionado à violência doméstica.
Em nota, a defesa de Alisson Campelo informou que respeita a decisão judicial, embora discorde do entendimento adotado. Os advogados afirmaram que tomarão as medidas judiciais cabíveis após terem acesso integral aos fundamentos da decisão.
Até a divulgação das informações, não havia confirmação sobre a unidade prisional para a qual o empresário seria encaminhado após o cumprimento do mandado.
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