Ao comentar a situação da capital, Daniella apontou o que classificou como abandono administrativo e citou transtornos enfrentados pela população, como os impactos das chuvas e problemas no sistema da Zona Azul. A senadora também questionou a execução do programa Remédio em Casa, para o qual, segundo ela, destinou R$ 20 milhões em emendas parlamentares, em conjunto com outro deputado.
“Quero saber se alguém em João Pessoa recebe remédio em casa. O programa foi lançado, mas nunca entregou um comprimido sequer. Cadê esse recurso? O que foi feito com esse dinheiro?”, questionou.
Ainda sobre o prefeito Cícero Lucena, Daniella afirmou que a gestão estaria sobrevivendo politicamente e que muitos eleitores só perceberiam as diferenças entre ações da prefeitura e do Governo do Estado durante o período eleitoral. Ela também criticou o que chamou de projeto político pessoal do gestor, acusando-o de romper alianças em busca de novos espaços no cenário estadual.
Já em relação a Campina Grande, a senadora afirmou que a cidade vive um cenário de abandono administrativo e que só consegue manter serviços essenciais com apoio do Governo da Paraíba. Daniella classificou o prefeito Bruno Cunha Lima como “desaparecido” da condução do município e apontou a saúde como o setor mais afetado.
Segundo ela, a cidade enfrenta crises sucessivas, com greves, atrasos de salários, problemas com fornecedores e até risco de paralisação de atendimentos na rede hospitalar. “O prefeito está desaparecido. Campina Grande está um caos. Ele prometeu muito, já está no segundo mandato e o primeiro já foi ruim. Hoje, quem sustenta Campina Grande é o Governo da Paraíba”, declarou.
Questionada sobre como reverter o quadro, Daniella afirmou que a solução passa por uma mudança de gestão e apontou as eleições municipais de 2028 como o momento para essa virada. “É preciso colocar alguém que tenha paixão pela cidade e queira reconstruir Campina Grande. Fala mil vezes no nome de Deus e destrói a cidade”, criticou.
A posição da senadora segue a linha de declarações recentes de seu pai, Enivaldo Ribeiro, presidente estadual do PP, que também atribuiu o cenário enfrentado por Campina Grande a um “projeto” da atual administração.
Os grupos políticos Ribeiro e Cunha Lima já foram aliados no passado. O atual vice-governador Lucas Ribeiro (PP), inclusive, chegou a ocupar o cargo de vice-prefeito de Campina Grande por dois anos durante a gestão de Bruno Cunha Lima.
Segundo ela, a cidade enfrenta crises sucessivas, com greves, atrasos de salários, problemas com fornecedores e até risco de paralisação de atendimentos na rede hospitalar. “O prefeito está desaparecido. Campina Grande está um caos. Ele prometeu muito, já está no segundo mandato e o primeiro já foi ruim. Hoje, quem sustenta Campina Grande é o Governo da Paraíba”, declarou.
Questionada sobre como reverter o quadro, Daniella afirmou que a solução passa por uma mudança de gestão e apontou as eleições municipais de 2028 como o momento para essa virada. “É preciso colocar alguém que tenha paixão pela cidade e queira reconstruir Campina Grande. Fala mil vezes no nome de Deus e destrói a cidade”, criticou.
A posição da senadora segue a linha de declarações recentes de seu pai, Enivaldo Ribeiro, presidente estadual do PP, que também atribuiu o cenário enfrentado por Campina Grande a um “projeto” da atual administração.
Os grupos políticos Ribeiro e Cunha Lima já foram aliados no passado. O atual vice-governador Lucas Ribeiro (PP), inclusive, chegou a ocupar o cargo de vice-prefeito de Campina Grande por dois anos durante a gestão de Bruno Cunha Lima.

