A sessão foi marcada por articulações de última hora. Um acordo amplo, costurado entre lideranças e partidos, permitiu a aprovação de um destaque que trocou a cassação pela suspensão temporária. Para evitar que Glauber perdesse o mandato, PSOL e aliados aceitaram votar a favor da punição, garantindo os 257 votos mínimos exigidos para a mudança.
A oposição bolsonarista, especialmente o PL, tentou manter a cassação e votou majoritariamente contra a suspensão. Já partidos do centrão — como União Brasil, PP e Republicanos — liberaram suas bancadas, o que abriu espaço para votos divergentes.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), também liberou o voto remoto, ampliando a participação dos parlamentares.
A oposição bolsonarista, especialmente o PL, tentou manter a cassação e votou majoritariamente contra a suspensão. Já partidos do centrão — como União Brasil, PP e Republicanos — liberaram suas bancadas, o que abriu espaço para votos divergentes.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), também liberou o voto remoto, ampliando a participação dos parlamentares.
Como votaram os deputados da Paraíba
A bancada paraibana se dividiu entre apoio e rejeição à suspensão de Glauber Braga. Veja como cada um votou:
Votaram a favor da suspensão (para evitar cassação):
- Romero Rodrigues (Podemos)
- Ruy Carneiro (Podemos)
- Mersinho Lucena (PP)
- Gervásio Maia (PSB)
- Luiz Couto (PT)
- Murilo Galdino (Republicanos)
Votaram contra a suspensão (defenderam a cassação):
- Cabo Gilberto Silva (PL)
Estavam ausentes: Agnaldo Ribeiro (Progressistas), Damião Feliciano (União), Murilo Galdino (Republicanos), Wellington Roberto (PL) e Wilson Santiago (Republicanos). Hugo Motta (Republicanos) não votou por ser presidente da Casa.

