Cícero não escondeu o incômodo:
“Léo encerrou o discurso dizendo que votava em mim e em João. É esse o agradecimento de hoje? Nós vamos conversar, refletir e definir nossas posições. Porque você ter gesto e receber esse nível de cobrança… tem limite. Com certeza [o voto em João] está em análise.”
Poucas horas antes, Léo anunciou que estava entregando o comando do PSB de João Pessoa, segundo ele, a pedido do próprio governador João Azevêdo.
Nas redes sociais, o vice-prefeito publicou uma nota em tom de serenidade:
“Recebo essa decisão com respeito. Minha trajetória sempre foi pautada pela lealdade, pelo diálogo e pelo compromisso com João Pessoa e a Paraíba. Continuarei honrando esses princípios.”
A movimentação reforça o momento de tensão entre o grupo de Cícero e o PSB, que até pouco tempo integravam a mesma base política.
No centro dessa disputa, está a eleição de 2026 e a composição das alianças que poderão definir os rumos políticos na capital e no estado.
Nas redes sociais, o vice-prefeito publicou uma nota em tom de serenidade:
“Recebo essa decisão com respeito. Minha trajetória sempre foi pautada pela lealdade, pelo diálogo e pelo compromisso com João Pessoa e a Paraíba. Continuarei honrando esses princípios.”
A movimentação reforça o momento de tensão entre o grupo de Cícero e o PSB, que até pouco tempo integravam a mesma base política.
A relação entre Cícero e João, já desgastada nos últimos meses, vive agora um capítulo mais delicado. O prefeito sinaliza que o limite foi atingido, enquanto o vice-prefeito se afasta de um posto estratégico dentro do PSB por solicitação direta do governador.
No centro dessa disputa, está a eleição de 2026 e a composição das alianças que poderão definir os rumos políticos na capital e no estado.

