Segundo Nilvan, quem assistir à peça estaria ajudando a artista a “proliferar sua mensagem de ódio contra Bolsonaro”. O ex-comunicador defendeu que “ninguém fosse ao show dessa atriz”.
Do outro lado, Carol Castro, que já está na capital paraibana para as apresentações, respondeu de forma indireta ao comentar sobre a agenda lotada. Em vídeo postado nesta sexta-feira (28), ela afirmou: “Jampa, meu amor, não teste como te amo”, destacando que ainda há poucos ingressos para as sessões de sexta, sábado e domingo no Theatro Santa Roza. Segundo a atriz, a procura pelo espetáculo está “bombando”.
A peça “A Manhã Seguinte”, sucesso em mais de 10 países, tem texto do dramaturgo britânico Peter Quilter e ganhou montagem inédita no Brasil em 2025. Após temporada no Rio de Janeiro e sessões lotadas em Belo Horizonte e Curitiba, o espetáculo realiza quatro apresentações em João Pessoa, nos dias 28, 29 e 30 de novembro, com sessões às 20h (sexta), 17h e 20h (sábado) e 19h (domingo), no Theatro Santa Roza.
A comédia, descrita como leve e cheia de reviravoltas, aborda encontros inesperados, relações familiares e dificuldades emocionais. O elenco é formado por Carol Castro, Bruno Fagundes, Gustavo Mendes e Angela Rebello, sob direção de Thereza Falcão e Bel Kutner.
A Lei Rouanet, oficialmente denominada Lei Federal de Incentivo à Cultura, é um mecanismo criado em 1991 que permite que empresas e pessoas físicas destinem uma parte do Imposto de Renda devido para financiar projetos culturais previamente aprovados pelo Ministério da Cultura. O recurso não é entregue diretamente aos artistas, mas às produções culturais que passam por análise técnica. A legislação é considerada uma das principais ferramentas de fomento à cultura no Brasil, contribuindo para a realização de peças de teatro, exposições, filmes, eventos e ações educativas em diferentes regiões do país.

