Organizado pela Prefeitura de Bayeux, o festival deve atrair moradores da Grande João Pessoa e visitantes interessados em vivências culturais, sabores regionais e nas tradições que marcam a história da cidade.
Caranguejo: a iguaria que virou símbolo de Bayeux
A gastronomia ocupa o centro da programação. O caranguejo, abundante nos manguezais que cercam o município, ganha destaque como referência afetiva e culinária dos bayeuxenses.
Durante o festival, bares, cozinheiros e empreendedores locais irão apresentar desde preparos tradicionais até releituras criativas da iguaria, celebrando a conexão entre ambiente natural, cultura regional e economia criativa.
Durante o festival, bares, cozinheiros e empreendedores locais irão apresentar desde preparos tradicionais até releituras criativas da iguaria, celebrando a conexão entre ambiente natural, cultura regional e economia criativa.
Programação diversa movimenta o público
Além do circuito gastronômico, a programação inclui:
- Corrida e atividades esportivas
- Shows, atrações culturais e apresentações artísticas
- Concursos temáticos
- Feira gastronômica
- Espaços voltados à cultura popular, artesanato e tradições do município
Uma cidade com nome francês e raízes profundas
Quem visita Bayeux durante o festival também encontra um município com uma história singular. A antiga Vila de Barreiras, conhecida por seus engenhos e por ser ponto de veraneio no início do século passado, vivenciou uma mudança marcante em 1944.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o jornalista Assis Chateaubriand sugeriu batizar a vila com o nome Bayeux, em homenagem à cidade francesa recém-libertada pelos Aliados na Normandia. O gesto simbólico cravou a identidade do município, que virou distrito em 1948 e conquistou sua emancipação em 1959.
Hoje, Bayeux preserva tradições religiosas, como as homenagens a São Sebastião, e mantém uma forte relação com seus ecossistemas — especialmente os manguezais, fundamentais para a fauna, para a cultura e para a gastronomia baseada no caranguejo.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o jornalista Assis Chateaubriand sugeriu batizar a vila com o nome Bayeux, em homenagem à cidade francesa recém-libertada pelos Aliados na Normandia. O gesto simbólico cravou a identidade do município, que virou distrito em 1948 e conquistou sua emancipação em 1959.
Hoje, Bayeux preserva tradições religiosas, como as homenagens a São Sebastião, e mantém uma forte relação com seus ecossistemas — especialmente os manguezais, fundamentais para a fauna, para a cultura e para a gastronomia baseada no caranguejo.

