A estimativa foi divulgada pelo presidente do Sindicato dos Revendedores de Combustíveis de Campina Grande e Interior da Paraíba (SINDIREV-PB), Bruno Agra, que apontou um possível reajuste de cerca de R$ 0,40 no litro do diesel e aproximadamente R$ 0,20 na gasolina.
Guerra no Oriente Médio é citada como motivo
Pré-candidato aciona Ministério Público
No documento, ele solicita a abertura de procedimento administrativo ou inquérito civil para apurar possível prática abusiva no mercado de combustíveis da cidade.
Segundo a denúncia, como não houve anúncio oficial de aumento nas refinarias ou distribuidoras, a previsão de reajuste levanta suspeita de aumento sem justificativa ou até eventual coordenação de preços entre postos.
A representação se baseia no Código de Defesa do Consumidor, que proíbe a elevação de preços sem justificativa.
“O preço dos combustíveis impacta toda a economia da cidade, desde o transporte até o preço dos alimentos. Por isso pedimos que o Ministério Público investigue se esse aumento possui justificativa real ou se estamos diante de uma prática abusiva contra os consumidores”, afirmou Olímpio Rocha.
O que foi pedido ao Ministério Público
- instaure procedimento investigatório;
- requisitar informações ao sindicato dos postos;
- realize fiscalização conjunta com o Procon-PB;
- e, caso sejam identificadas irregularidades, adote medidas judiciais.
Para o pré-candidato, a investigação é necessária para garantir transparência e evitar prejuízo à população.
“Se houver justificativa econômica real, ela precisa ser apresentada. Mas se o aumento estiver sendo feito sem base concreta, quem paga a conta é o povo de Campina Grande”, declarou.

