Segundo Aguinaldo, não houve qualquer conversa ou reunião com o senador até o momento. Ele afirmou que mantém uma relação institucional e respeitosa com todos os parlamentares no Congresso Nacional, mas que o episódio não passa de boato político.
“Eu não cheguei a conversar ainda com o senador, mas tenho uma boa relação. Aliás, eu sou um cara que todo mundo me conhece pela boa relação que mantenho no Congresso Nacional como um todo”, declarou.
Discussões sobre federação ainda são iniciais
Aguinaldo Ribeiro também comentou o avanço das conversas sobre a federação entre o União Brasil e o Progressistas, que deve ser formalizada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nos próximos dias. Segundo o parlamentar, a discussão ainda está em fase de conclusão e as decisões políticas e eleitorais só deverão ocorrer após a oficialização do estatuto.
“Acho que está em fase de conclusão a federação. Nos próximos dias deve ser dado entrada no TSE com o estatuto para formalizar. A partir disso, os próximos passos serão dados com todas as definições”, afirmou.
De acordo com Aguinaldo, não existe até o momento uma orientação de posicionamento político ou eleitoral dentro da futura federação. Ele destacou que o foco principal das siglas, neste momento, é a formação de uma bancada forte no Congresso, capaz de ampliar a representatividade parlamentar das legendas.
“Na história do nosso partido, já tivemos momentos em que o diretório nacional liberou os estados para definirem suas posições conforme as realidades locais. Acho que ainda é muito cedo para qualquer definição, até porque o cenário nacional ainda está muito conturbado”, avaliou o deputado.
Federação enfrenta impasses nacionais
Enquanto os partidos se preparam para protocolar o estatuto no TSE, a federação entre União Brasil e Progressistas enfrenta resistências internas em alguns estados e tensões públicas entre as principais lideranças nacionais das siglas.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), insiste em manter sua pré-candidatura à Presidência da República em 2026 e tem pressionado contra a formação da federação, afirmando que a proposta pode enfraquecer os interesses regionais.
Do outro lado, o presidente nacional do Progressistas, Ciro Nogueira, defende o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (PP), como principal candidato da direita, o que intensificou as divergências entre os dois líderes.
O embate se tornou público após Ciro não citar Caiado entre os presidenciáveis, o que levou o governador goiano a responder duramente, dizendo que o partido “não deve ser entregue a quem não tem expressão política”.
“Ciro tenta a todo momento ignorar a nossa pré-candidatura. Quando se constrói uma federação, o objetivo é disputar eleições, não atender a interesses pessoais ou acordos de bastidor”, afirmou Caiado em entrevista à Revista Veja.
Repercussões na Paraíba
As indefinições no cenário nacional têm impacto direto na política paraibana. O União Brasil atua hoje no campo de oposição, com o senador Efraim Filho como pré-candidato ao Governo do Estado, apoiado pelo Partido Liberal (PL). Já o Progressistas (PP) compõe a base governista, tendo o vice-governador Lucas Ribeiro — sobrinho de Aguinaldo Ribeiro — como pré-candidato natural ao Palácio da Redenção nas eleições de 2026.
A possível federação entre os dois partidos coloca as legendas em lados opostos no estado, o que tem alimentado especulações sobre como será feita a conciliação entre os interesses locais e a estratégia nacional.
Fontes ligadas às duas siglas confirmam que a decisão final sobre a manutenção ou dissolução da federação deve ser tomada nos próximos dias, após reuniões entre as executivas nacionais do União Brasil e do Progressistas.
Enquanto os partidos se preparam para protocolar o estatuto no TSE, a federação entre União Brasil e Progressistas enfrenta resistências internas em alguns estados e tensões públicas entre as principais lideranças nacionais das siglas.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), insiste em manter sua pré-candidatura à Presidência da República em 2026 e tem pressionado contra a formação da federação, afirmando que a proposta pode enfraquecer os interesses regionais.
Do outro lado, o presidente nacional do Progressistas, Ciro Nogueira, defende o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (PP), como principal candidato da direita, o que intensificou as divergências entre os dois líderes.
O embate se tornou público após Ciro não citar Caiado entre os presidenciáveis, o que levou o governador goiano a responder duramente, dizendo que o partido “não deve ser entregue a quem não tem expressão política”.
“Ciro tenta a todo momento ignorar a nossa pré-candidatura. Quando se constrói uma federação, o objetivo é disputar eleições, não atender a interesses pessoais ou acordos de bastidor”, afirmou Caiado em entrevista à Revista Veja.
Repercussões na Paraíba
As indefinições no cenário nacional têm impacto direto na política paraibana. O União Brasil atua hoje no campo de oposição, com o senador Efraim Filho como pré-candidato ao Governo do Estado, apoiado pelo Partido Liberal (PL). Já o Progressistas (PP) compõe a base governista, tendo o vice-governador Lucas Ribeiro — sobrinho de Aguinaldo Ribeiro — como pré-candidato natural ao Palácio da Redenção nas eleições de 2026.
A possível federação entre os dois partidos coloca as legendas em lados opostos no estado, o que tem alimentado especulações sobre como será feita a conciliação entre os interesses locais e a estratégia nacional.
Fontes ligadas às duas siglas confirmam que a decisão final sobre a manutenção ou dissolução da federação deve ser tomada nos próximos dias, após reuniões entre as executivas nacionais do União Brasil e do Progressistas.

