A vítima foi identificada como André Sulplino de Sá. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado por volta das 10h14, mas, quando a equipe chegou à residência, o adolescente já estava sem vida.
De acordo com o relatório policial, a avó do jovem informou que ele teria ingerido aproximadamente oito litros de energético, além de uma porção de mortadela. A quantidade mencionada faz parte do relato da familiar e não foi confirmada por exames ou perícia.
Ainda segundo a testemunha, o adolescente começou a reclamar de fortes dores abdominais e apresentou alterações na região dos olhos. Em seguida, caiu em uma rede localizada no terraço da residência, onde morreu antes da chegada do socorro.
A Polícia Militar esteve no imóvel e registrou a ocorrência como morte a esclarecer. Durante a verificação inicial, os policiais não identificaram sinais externos de violência ou marcas que indicassem agressão.
Apesar do relato sobre o consumo excessivo de energético, não há confirmação de que a bebida tenha provocado a morte. A relação entre a ingestão do produto e o mal súbito depende de avaliação médica e de exames que possam esclarecer as circunstâncias do caso.
Bebidas energéticas geralmente contêm cafeína e outras substâncias estimulantes. O consumo elevado de cafeína pode provocar efeitos como palpitações, náuseas, alterações da pressão arterial e do ritmo cardíaco, especialmente em pessoas mais sensíveis. No entanto, esses riscos gerais não permitem determinar o que aconteceu com o adolescente.
Até a última atualização, não havia sido divulgado laudo conclusivo sobre a causa da morte. O caso permanece registrado como morte suspeita, e as circunstâncias deverão ser esclarecidas pelas autoridades competentes.
O consumo excessivo de bebidas energéticas pode representar riscos à saúde devido à alta concentração de cafeína e de outras substâncias estimulantes. Em grandes quantidades, essas bebidas podem provocar palpitações, aumento da pressão arterial, ansiedade, náuseas e alterações no ritmo cardíaco. Em situações mais graves, a ingestão excessiva de cafeína pode desencadear arritmias e convulsões. A Academia Americana de Pediatria recomenda que crianças e adolescentes não consumam bebidas energéticas, devido aos riscos associados aos estimulantes presentes nesses produtos.
