Mais cedo, o governo dos Estados Unidos informou ter conduzido uma operação em Caracas, capital venezuelana, que teria resultado na detenção do presidente Nicolás Maduro. Segundo Trump, a ação envolveu forças de segurança norte-americanas e teria culminado na retirada de Maduro do território venezuelano, junto com sua esposa. O presidente dos EUA afirmou ainda que uma coletiva de imprensa seria realizada ao longo do dia para apresentar mais detalhes sobre a operação.
Após o anúncio, veículos da imprensa internacional relataram explosões em Caracas, o que elevou o clima de tensão no país. Em resposta, o governo venezuelano divulgou um comunicado oficial acusando os Estados Unidos de agressão militar e decretou estado de emergência em todo o território nacional.
Na nota, a gestão venezuelana classificou a ação como uma “grave agressão militar”, afirmando que ataques teriam atingido áreas civis e militares não apenas em Caracas, mas também nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. O governo informou ainda que as Forças Armadas foram colocadas em mobilização, com o objetivo de garantir a soberania nacional.
O episódio provocou forte repercussão internacional e elevou a tensão política e militar na América Latina, reacendendo debates sobre intervenção estrangeira na Venezuela, país que enfrenta há anos uma crise política, econômica e humanitária.
No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou na manhã deste sábado sobre os bombardeios e a captura de Maduro atribuídos aos Estados Unidos. Em publicação na rede social X (antigo Twitter), Lula classificou a ação como uma grave violação do direito internacional e uma afronta à soberania venezuelana.
Segundo o presidente brasileiro, o uso da força representa uma “linha inaceitável” e cria um precedente perigoso para a comunidade internacional. Lula afirmou que ações desse tipo conduzem a cenários de violência, instabilidade e caos, nos quais prevalece a imposição do poder militar sobre o multilateralismo.
O chefe do Executivo destacou que a posição do Brasil segue sua postura histórica de condenação ao uso da força, lembrando conflitos recentes em diferentes regiões do mundo. Para Lula, a ofensiva remete a momentos de interferência externa na América Latina e ameaça o princípio da região como zona de paz.
O presidente brasileiro também defendeu uma resposta firme da Organização das Nações Unidas (ONU). “A comunidade internacional precisa responder de forma vigorosa”, escreveu. Lula concluiu afirmando que o Brasil condena as ações e permanece à disposição para promover o diálogo e a cooperação como caminhos para a solução do conflito.
No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou na manhã deste sábado sobre os bombardeios e a captura de Maduro atribuídos aos Estados Unidos. Em publicação na rede social X (antigo Twitter), Lula classificou a ação como uma grave violação do direito internacional e uma afronta à soberania venezuelana.
Segundo o presidente brasileiro, o uso da força representa uma “linha inaceitável” e cria um precedente perigoso para a comunidade internacional. Lula afirmou que ações desse tipo conduzem a cenários de violência, instabilidade e caos, nos quais prevalece a imposição do poder militar sobre o multilateralismo.
O chefe do Executivo destacou que a posição do Brasil segue sua postura histórica de condenação ao uso da força, lembrando conflitos recentes em diferentes regiões do mundo. Para Lula, a ofensiva remete a momentos de interferência externa na América Latina e ameaça o princípio da região como zona de paz.
O presidente brasileiro também defendeu uma resposta firme da Organização das Nações Unidas (ONU). “A comunidade internacional precisa responder de forma vigorosa”, escreveu. Lula concluiu afirmando que o Brasil condena as ações e permanece à disposição para promover o diálogo e a cooperação como caminhos para a solução do conflito.

