Mônica vive na Espanha e a família tenta descobrir o que aconteceu com ela. Até então, o desaparecimento havia sido comunicado às autoridades brasileiras, mas, segundo Viviane, brasileira que decidiu auxiliar nas buscas, não havia registro do caso no sistema da polícia espanhola.
Viviane soube do desaparecimento por meio de um grupo de WhatsApp formado por brasileiros e entrou em contato com Cristina Silva, irmã de Mônica. Depois da conversa, decidiu procurar pessoalmente uma delegacia em Barcelona.
Durante o atendimento, que durou cerca de três horas, ela forneceu informações sobre Mônica e repassou o contato da família para as autoridades.
Polícia identificou registro de Mônica em estação de trem
Uma informação obtida durante o procedimento trouxe uma nova referência para as buscas. Segundo Viviane, a polícia constatou que Mônica havia sido abordada por agentes no dia 29 de julho, na estação de Sants, em Barcelona.
A abordagem teria ocorrido durante uma ação de identificação. Mônica apresentou os documentos e, conforme as informações repassadas a Viviane, nenhuma irregularidade foi constatada.
O registro indica que a paraibana estava em Barcelona naquela data. Ainda não há informações sobre o paradeiro dela após a abordagem.
Família recebeu relatos de supostas agressões
O desaparecimento também é cercado por informações que preocupam a família. Durante as buscas, uma antiga cliente de Mônica entrou em contato com os parentes e encaminhou fotos, vídeos e conversas que teria recebido dela meses antes.

