Segundo Trump, a ação teria sido um ataque em larga escala conduzido em conjunto com forças de segurança dos Estados Unidos, resultando na retirada de Nicolás Maduro do território venezuelano, juntamente com a esposa. O presidente norte-americano informou ainda que uma coletiva de imprensa seria realizada ao longo do dia para detalhar a operação.
Após o anúncio, relatos de explosões em Caracas foram registrados pela imprensa internacional. Em resposta, o governo venezuelano divulgou comunicado acusando os Estados Unidos de agressão militar e declarou estado de emergência em todo o país.
De acordo com a nota oficial, a gestão venezuelana classificou a ação como uma “grave agressão militar” contra áreas civis e militares, não apenas em Caracas, mas também nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. O governo afirmou ainda que as forças armadas venezuelanas foram colocadas em mobilização para garantir a soberania nacional.
O episódio eleva a tensão política e militar na América Latina e reacende o debate sobre a intervenção estrangeira na Venezuela, país que enfrenta há anos uma crise política, econômica e humanitária. Novas informações devem ser divulgadas ao longo do dia por fontes oficiais dos dois países e por organismos multilaterais.

