Em nota, a família informou que o velório e o enterro serão restritos a familiares e amigos. Oscar deixa a esposa, Maria Cristina Victorino, e dois filhos.
Trajetória no basquete
Pela seleção brasileira, disputou cinco edições dos Jogos Olímpicos: Moscou 1980, Los Angeles 1984, Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996. Ao longo dessas participações, marcou 1.093 pontos, sendo o maior pontuador da história da competição.
Entre os principais resultados com a seleção estão o título do Pan-Americano de 1987, em Indianápolis, além de conquistas em campeonatos sul-americanos e na Copa América.
Carreira em clubes
Na Itália, atuou por mais de uma década, período em que consolidou parte importante da carreira. Em 1979, conquistou o Mundial de Clubes com o Sírio.
Ao longo da trajetória, acumulou 49.737 pontos, marca que o colocou por anos como maior pontuador da história do basquete mundial em jogos oficiais.
Oscar Schmidt foi selecionado no draft da NBA em 1984 pelo New Jersey Nets, mas recusou a proposta para manter a possibilidade de defender a seleção brasileira, devido às regras da época. Posteriormente, voltou a receber convites, mas optou por seguir atuando fora da liga norte-americana.
Reconhecimento internacional
O ex-jogador foi incluído no Hall da Fama do basquete em 2013, em reconhecimento à carreira e à contribuição para o esporte. Também integrou o Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil.
Nove dias antes da morte, Oscar foi homenageado pelo Comitê Olímpico do Brasil em cerimônia realizada no Rio de Janeiro. Ele não esteve presente por estar em recuperação de uma cirurgia e foi representado pelo filho.
Problemas de saúde
O Comitê Olímpico do Brasil divulgou nota lamentando a morte do ex-jogador e destacou sua trajetória na seleção brasileira, com cinco participações olímpicas e recordes históricos.
A Prefeitura de Santana de Parnaíba informou que o ex-atleta foi atendido após uma parada cardiorrespiratória e chegou à unidade de saúde sem sinais vitais.

