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Cultura

Nove anos sem Eliza Clívia: memorial na Paraíba preserva legado da “Rainha do Forró”

Publicado em 20/06/2026 às 14:32 Por Redação
Foto: Reprodução/ Instagram
Foto: Reprodução/ Instagram


>Há nove anos, o forró eletrônico perdeu uma de suas vozes mais marcantes. No dia 16 de junho de 2017, a cantora paraibana morreu aos 37 anos em um acidente automobilístico em Aracaju (SE), interrompendo precocemente uma carreira consolidada no cenário nacional.

>Mesmo após quase uma década da tragédia, o legado da artista segue vivo e preservado em seu estado natal, onde fãs e familiares mantêm viva a memória da chamada “Rainha do Forró”.

Memorial em Livramento preserva trajetória da artista

>No município de , no Cariri paraibano, a história de Eliza Clívia é contada em detalhes no Memorial Eliza Clívia, espaço dedicado à preservação de seu acervo pessoal e artístico.

>O local reúne figurinos usados em apresentações, calçados, joias, discos, prêmios e fotografias que retratam desde a infância da cantora até o auge da carreira nacional. O memorial se tornou um ponto de visitação e homenagem, recebendo fãs que buscam reviver a trajetória da artista.

Trajetória marcada pelo sucesso no forró eletrônico

>Natural da Paraíba, Eliza Clívia iniciou sua relação com a música ainda na infância, influenciada pelo ambiente musical da família. Sua projeção nacional aconteceu a partir de 2003, quando passou a integrar a banda Cavaleiros do Forró, onde permaneceu por cerca de uma década como uma das principais vozes do grupo.

>Durante esse período, participou da gravação de diversos álbuns e DVDs, consolidando-se como um dos nomes femininos mais fortes do gênero. Após deixar a banda em 2013, seguiu carreira em outros projetos musicais e se preparava para uma nova fase solo em 2017.

O acidente que interrompeu a carreira

>A morte de Eliza Clívia ocorreu durante uma agenda de divulgação em Aracaju. O veículo em que a cantora estava se envolveu em uma colisão em um cruzamento da região central da cidade. Ela e o marido, o baterista Sérgio Ramos, morreram no local.

>O caso foi investigado pelas autoridades de trânsito e apontado como um acidente com responsabilidade do condutor do veículo em que a artista estava, que teria avançado a sinalização de parada obrigatória.

Legado permanece vivo no forró

>Mesmo nove anos após sua morte, Eliza Clívia segue lembrada como uma das principais vozes femininas do forró eletrônico. Suas músicas continuam sendo executadas e seu nome permanece presente na memória afetiva dos fãs.

>O memorial no interior da Paraíba simboliza esse legado, funcionando como um espaço de preservação cultural e homenagem permanente à artista que marcou gerações no Nordeste e em todo o país.

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