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Cotidiano

Paraíba registra segundo maior crescimento do setor de serviços no Nordeste em agosto, aponta IBGE

Publicado em 15/10/2026 às 08:39 Por Lucas Rodrigues
Foto: Reprodução
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O setor de serviços da Paraíba registrou crescimento de 5,1% em agosto de 2026, na comparação com o mesmo mês do ano passado. O resultado colocou o estado na segunda posição entre os maiores avanços do Nordeste e na quinta colocação nacional, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O desempenho paraibano ficou acima da média brasileira, que apresentou crescimento de 0,6% no mesmo período. Entre as 27 unidades da Federação, apenas 11 registraram resultados positivos na comparação anual.

No ranking nacional, o Acre apresentou a maior expansão, com 16,2%, seguido pelo Distrito Federal (9%), Amapá (8,4%), Bahia (8,3%) e Paraíba (5,1%).

O levantamento também aponta que a Paraíba acumulou oito meses consecutivos de resultados positivos nas comparações com os mesmos meses de 2025. Entre janeiro e agosto deste ano, o volume de serviços no estado cresceu 2,5%, enquanto a média nacional ficou em 1,7%.

No Brasil, o crescimento do setor em agosto foi impulsionado principalmente pelas atividades de informação e comunicação, seguidas pelos serviços profissionais, administrativos e complementares e pelos serviços prestados às famílias.

Entre as atividades que contribuíram para o desempenho nacional estão locação de automóveis, agenciamento de espaços publicitários e serviços de vigilância e segurança privada.

Por outro lado, os segmentos de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, além da categoria de outros serviços, exerceram influência negativa sobre o resultado brasileiro. Entre os fatores apontados estão a redução das receitas do transporte aéreo de passageiros, do transporte rodoviário e ferroviário de cargas e dos serviços postais.

A Pesquisa Mensal de Serviços acompanha a evolução do setor a partir de informações de empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que atuam principalmente em atividades de serviços não financeiros. O levantamento não inclui os serviços de saúde e educação.

Os resultados permitem acompanhar o comportamento de um dos principais setores da economia, responsável por uma parcela significativa da atividade econômica e da geração de empregos no país.

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