A partir de agora, a evolução do servidor não dependerá apenas do tempo, mas de sua qualificação acadêmica. A carreira foi dividida em seis classes, que funcionam como "degraus" de escolaridade:
- Classes A, B e C: Destinadas ao nível médio, diferenciando-se pela carga horária de cursos de aperfeiçoamento (de 160h a 240h).
- Classes D, E e F: Voltadas para servidores com Graduação, Especialização e Mestrado, respectivamente.
Uma das principais dúvidas da categoria é sobre o aproveitamento de quem já está na ativa. Segundo o texto:
- Absorção automática: Servidores atuais entram no novo plano sem necessidade de novo concurso.
- Critério de tempo: Inicialmente, todos serão enquadrados na Classe A, mas o nível (de I a VII) será definido pelo tempo de serviço já prestado ao Estado.
- Prazo: A Secretaria de Administração (SEAD) tem 30 dias para publicar a portaria com o posicionamento individual de cada servidor.
Para o servidor, o PCCR traz segurança jurídica e uma rota clara para o aumento salarial através da especialização. Já para a gestão estadual, o plano é uma ferramenta de retenção de talentos e estímulo à qualificação. Inativos e pensionistas também foram incluídos, garantindo que o vencimento base acompanhe a Classe A conforme o tempo de contribuição da época da aposentadoria.
Vale o alerta: a jornada de trabalho padrão para os novos ingressantes (via concurso) e para quem aderir ao plano é de 40 horas semanais. 
