Segundo os familiares, Washington trabalhava como motorista por aplicativo e também realizava corridas particulares. Eles afirmam que o homem foi até o hotel para atender a uma solicitação de transporte e descartam as especulações de que ele teria ido ao local para fazer um programa.
De acordo com a família, Washington havia sido chamado para buscar um passageiro no hotel e seguir viagem com destino à Praia da Pipa, no Rio Grande do Norte. Os parentes afirmam, no entanto, que desconhecem o motivo pelo qual ele entrou no apartamento onde acabou sendo encontrado morto.
Família pede que informações sem comprovação deixem de ser divulgadas
Em entrevista, um primo da vítima afirmou que a família está abalada com a repercussão do caso e pediu que sejam interrompidas as publicações sem comprovação sobre a vida de Washington.
"A gente queria pedir às mídias que estão difamando o meu primo. Eles têm que provar o que estão falando. O meu primo era um homem íntegro, não devia nada à sociedade, tinha boa índole e não era envolvido com nada de errado. Eu creio que ele foi induzido a ir até esse local. Peço que parem de difamar o meu primo."O familiar também relatou que a mãe de Washington enfrenta um momento de sofrimento agravado pela circulação de informações não confirmadas sobre o caso.
Polícia investiga homicídio
O crime aconteceu na sexta-feira (24). Washington Rodrigo foi encontrado morto em um quarto de hotel, com as mãos algemadas e um cabo elétrico enrolado no pescoço.
A principal hipótese investigada é a de morte por asfixia mecânica, mas a causa será confirmada após a conclusão dos exames realizados pela perícia.
O corpo permanece no Instituto de Polícia Científica (IPC), enquanto a família providencia os procedimentos para liberação, velório e sepultamento.
A principal hipótese investigada é a de morte por asfixia mecânica, mas a causa será confirmada após a conclusão dos exames realizados pela perícia.
O corpo permanece no Instituto de Polícia Científica (IPC), enquanto a família providencia os procedimentos para liberação, velório e sepultamento.
Investigação apura reserva com dados falsos e desaparecimento de celular
A Polícia Civil da Paraíba informou que investiga o caso como homicídio. O delegado Gustavo Carleto, responsável pelo plantão, informou que detalhes da investigação não serão divulgados neste momento para não comprometer as diligências.
Segundo uma fonte ligada à investigação, a pessoa que alugou o quarto do hotel teria utilizado dados falsos para realizar a reserva pela internet.
Os investigadores também apuram o desaparecimento de um dos dois celulares utilizados pela vítima. O outro aparelho foi localizado.
Outra linha de investigação aponta que o autor do crime teria tentado fugir com o veículo de Washington, que estava estacionado no hotel. De acordo com as apurações, o suspeito chegou a entrar no carro, mas não conseguiu ligá-lo e deixou o local sem levar o automóvel.
O veículo foi apreendido pela Polícia Civil e passou por perícia. Objetos encontrados em seu interior também foram recolhidos para análise.
Até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso e as investigações continuam.
Segundo uma fonte ligada à investigação, a pessoa que alugou o quarto do hotel teria utilizado dados falsos para realizar a reserva pela internet.
Os investigadores também apuram o desaparecimento de um dos dois celulares utilizados pela vítima. O outro aparelho foi localizado.
Outra linha de investigação aponta que o autor do crime teria tentado fugir com o veículo de Washington, que estava estacionado no hotel. De acordo com as apurações, o suspeito chegou a entrar no carro, mas não conseguiu ligá-lo e deixou o local sem levar o automóvel.
O veículo foi apreendido pela Polícia Civil e passou por perícia. Objetos encontrados em seu interior também foram recolhidos para análise.
Até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso e as investigações continuam.
