No estado nordestino, houve uma mudança recentemente. A transição ocorreu após a saída do coronel Sérgio Fonseca do Comando-Geral da PMPB. O oficial deixou o cargo diante do período de desincompatibilização para disputar as eleições de 2026 e se filiou ao Republicanos. Para o lugar dele, o governador nomeou o coronel José Ronildo Souza como novo comandante-geral da corporação.
A maior presença feminina nos postos de liderança da PM paraibana sempre foi um ponto em pauta. Entre os nomes femininos lembrados para eventualmente ocupar a posição de comando-geral está o da tenente-coronel Viviane, que recentemente deixou a liderança da 6ª Companhia Independente da Polícia Militar, em Cabedelo, e se tornou pré-candidata a deputada estadual pelo PSB.
O debate informal ganhou força após a nomeação da coronel Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues para o comando-geral da Polícia Militar de Minas Gerais. Ela tomou posse na última terça-feira (26) e se tornou a primeira mulher a liderar a corporação mineira.
Com Minas Gerais, o Brasil passou a ter três estados com mulheres no comando-geral das polícias militares estaduais.
Em São Paulo, a coronel Glauce Anselmo Cavalli assumiu recentemente o comando da maior tropa policial do país. Já no Acre, a coronel Marta Renata Freitas ocupa o cargo desde dezembro de 2024.
O Distrito Federal também já teve uma mulher no principal posto da corporação. A coronel Ana Paula Habka comandou a Polícia Militar do DF entre janeiro de 2024 e abril deste ano.
Apesar do crescimento da presença feminina em postos de comando, especialistas apontam que mulheres ainda são minoria nos cargos mais altos das forças de segurança pública brasileiras.
A escolha dos comandantes-gerais normalmente ocorre entre os oficiais mais antigos das corporações e depende de indicação dos governadores estaduais.
Na Paraíba, a possibilidade de uma mulher assumir o Comando-Geral da PMPB ainda é remota, mas o avanço feminino em outras corporações passou a ampliar o debate sobre representatividade e espaço para novas lideranças dentro da segurança pública.
A maior presença feminina nos postos de liderança da PM paraibana sempre foi um ponto em pauta. Entre os nomes femininos lembrados para eventualmente ocupar a posição de comando-geral está o da tenente-coronel Viviane, que recentemente deixou a liderança da 6ª Companhia Independente da Polícia Militar, em Cabedelo, e se tornou pré-candidata a deputada estadual pelo PSB.
Com Minas Gerais, o Brasil passou a ter três estados com mulheres no comando-geral das polícias militares estaduais.
Em São Paulo, a coronel Glauce Anselmo Cavalli assumiu recentemente o comando da maior tropa policial do país. Já no Acre, a coronel Marta Renata Freitas ocupa o cargo desde dezembro de 2024.
O Distrito Federal também já teve uma mulher no principal posto da corporação. A coronel Ana Paula Habka comandou a Polícia Militar do DF entre janeiro de 2024 e abril deste ano.
Mulheres ainda são minoria nos cargos mais altos
A escolha dos comandantes-gerais normalmente ocorre entre os oficiais mais antigos das corporações e depende de indicação dos governadores estaduais.
Na Paraíba, a possibilidade de uma mulher assumir o Comando-Geral da PMPB ainda é remota, mas o avanço feminino em outras corporações passou a ampliar o debate sobre representatividade e espaço para novas lideranças dentro da segurança pública.
