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PMPB pode ser comandado por uma mulher? Três estados brasileiros têm comando-geral feminino

Publicado em 29/05/2026 às 13:13 Por Redação
Foto: Reprodução/ Instagram
Foto: Reprodução/ Instagram
Houve recente mudança no comando da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), que passou a ser liderada por uma mulher. A notícia levantou um debate nas redes sociais sobre a possibilidade de acontecer isso também na Paraíba e quais seriam os nomes mais cotados. 

No estado nordestino, houve uma mudança recentemente. A transição ocorreu após a saída do coronel Sérgio Fonseca do Comando-Geral da PMPB. O oficial deixou o cargo diante do período de desincompatibilização para disputar as eleições de 2026 e se filiou ao Republicanos. Para o lugar dele, o governador nomeou o coronel José Ronildo Souza como novo comandante-geral da corporação.

A maior presença feminina nos postos de liderança da PM paraibana sempre foi um ponto em pauta. Entre os nomes femininos lembrados para eventualmente ocupar a posição de comando-geral está o da tenente-coronel Viviane, que recentemente deixou a liderança da 6ª Companhia Independente da Polícia Militar, em Cabedelo, e se tornou pré-candidata a deputada estadual pelo PSB.


O debate informal ganhou força após a nomeação da coronel Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues para o comando-geral da Polícia Militar de Minas Gerais. Ela tomou posse na última terça-feira (26) e se tornou a primeira mulher a liderar a corporação mineira.

Com Minas Gerais, o Brasil passou a ter três estados com mulheres no comando-geral das polícias militares estaduais.

Em São Paulo, a coronel Glauce Anselmo Cavalli assumiu recentemente o comando da maior tropa policial do país. Já no Acre, a coronel Marta Renata Freitas ocupa o cargo desde dezembro de 2024.

O Distrito Federal também já teve uma mulher no principal posto da corporação. A coronel Ana Paula Habka comandou a Polícia Militar do DF entre janeiro de 2024 e abril deste ano.

Mulheres ainda são minoria nos cargos mais altos


Apesar do crescimento da presença feminina em postos de comando, especialistas apontam que mulheres ainda são minoria nos cargos mais altos das forças de segurança pública brasileiras.

A escolha dos comandantes-gerais normalmente ocorre entre os oficiais mais antigos das corporações e depende de indicação dos governadores estaduais.

Na Paraíba, a possibilidade de uma mulher assumir o Comando-Geral da PMPB ainda é remota, mas o avanço feminino em outras corporações passou a ampliar o debate sobre representatividade e espaço para novas lideranças dentro da segurança pública.

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