Brasil
Ex-ministro no governo Dilma volta ao radar para comandar a Justiça
Atualizada em 08/01/2026 às 13:54 Por Redação
Com trânsito consolidado no Palácio do Planalto, Wellington já integrou a atual gestão petista. No início do Lula 3, ocupou o cargo de secretário de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, função estratégica que mantém interlocução direta com o presidente. Mais recentemente, deixou o posto para assumir a função de advogado-geral da Petrobras, indicação feita pelo próprio Lula em julho do ano passado.
A trajetória de Wellington no Ministério da Justiça, no entanto, foi breve no passado. Em 2016, durante o governo Dilma Rousseff (PT), ele chegou a tomar posse como ministro, mas permaneceu no cargo por apenas 11 dias. À época, o Supremo Tribunal Federal (STF) barrou sua permanência por ele ser procurador de Justiça do Ministério Público da Bahia (MP-BA). Para continuar no comando da pasta, seria necessário pedir exoneração do MP, o que acabou não acontecendo. Com isso, Wellington deixou o cargo, sendo substituído por Eugênio Aragão, então vice-procurador-geral eleitoral.
Enquanto o nome do possível novo ministro circula, outra discussão avança dentro do governo federal. Auxiliares avaliam a possibilidade de desmembrar o Ministério da Justiça, recriando o Ministério da Segurança Pública. A proposta, no entanto, enfrenta resistências internas.
Segundo fontes do Executivo, a iniciativa tende a ficar apenas no campo do discurso político. A avaliação é de que não há tempo hábil em 2026 para estruturar uma nova pasta com orçamento robusto e atribuições bem definidas, o que reduziria o impacto prático da mudança.
A definição sobre o futuro do Ministério da Justiça deve ocorrer nos próximos meses, em meio a negociações políticas e ajustes na Esplanada dos Ministérios.
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