Em Brasília, Efraim apareceu ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) durante a chamada “Caminhada pela Liberdade e Justiça”, ato que pede prisão domiciliar para Bolsonaro e anistia aos condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023. O gesto contrasta com o discurso adotado pelo senador nos primeiros anos do governo Lula, quando se declarou neutro e chegou a apoiar pautas do Planalto, além de indicar aliados para cargos federais.
Enquanto a militância bolsonarista se reunia em João Pessoa, no Busto de Tamandaré, Efraim optou por estar na capital federal, reforçando simbolicamente seu alinhamento com o campo bolsonarista. Nas redes sociais, ele e outras lideranças da direita paraibana, como Cabo Gilberto, apareceram em registros da caminhada, fortalecendo o vínculo com o ex-presidente.
Neutralidade no discurso, apoio na prática
As indicações geraram críticas dentro do próprio campo bolsonarista, que passou a questionar a coerência do senador, eleito em 2022 com forte apoio de eleitores alinhados a Bolsonaro. Ainda assim, Efraim manteve o discurso de equilíbrio até meados de 2025, quando o cenário político começou a mudar.
O reposicionamento ficou evidente após Efraim receber apoio do PL e de Michelle Bolsonaro para uma eventual candidatura ao Governo da Paraíba em 2026. Pouco depois, o senador anunciou a devolução dos cargos federais que havia indicado no governo Lula e passou a adotar um discurso abertamente crítico ao presidente.
Desde então, Efraim tem se aproximado cada vez mais do bolsonarismo. Assinou pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal, passou a falar em perseguição política contra Bolsonaro e participou de eventos ao lado de lideranças como Rogério Marinho e Marcelo Queiroga. A presença na caminhada liderada por Nikolas Ferreira consolida esse movimento.
Retorno ao campo bolsonarista
Desde então, Efraim tem se aproximado cada vez mais do bolsonarismo. Assinou pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal, passou a falar em perseguição política contra Bolsonaro e participou de eventos ao lado de lideranças como Rogério Marinho e Marcelo Queiroga. A presença na caminhada liderada por Nikolas Ferreira consolida esse movimento.
