A ação também teve como alvo Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola e apontado como líder da facção criminosa, além de familiares e supostos operadores financeiros do grupo.
Segundo as investigações, o esquema utilizava uma transportadora de cargas localizada em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, como empresa de fachada para movimentação de recursos ilícitos.
Investigação aponta transações suspeitas
A operação também determinou o bloqueio de R$ 357,5 milhões em bens e valores.
Além disso, foram apreendidos 39 veículos avaliados em mais de R$ 8 milhões.
Investigação começou em 2019
Segundo o Ministério Público e a Polícia Civil, o material deu origem à investigação que identificou um suposto esquema milionário de lavagem de dinheiro com ramificações empresariais e familiares.
Deolane Bezerra já havia sido presa anteriormente em investigação conduzida pela Polícia Civil de Pernambuco. Na ocasião, o processo acabou sendo anulado posteriormente pela Justiça.
Até a última atualização do caso, a defesa da influenciadora não havia se pronunciado publicamente sobre a nova operação.
